Gabriela Zacariotto
A “Comissão Especial de Educação” da Câmara Municipal apresentou em entrevista coletiva os primeiros resultados do trabalho que vem sendo desenvolvido há 60 dias.
O grupo de trabalho da Comissão é presidido por Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT), e formado por Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV), Orivaldo Magalhães (PSB) Marcos Bento Alves de Godoy, o Marquinhos da Farmácia (PDT). Apenas Robertinho não participou da entrevista, alegando problemas pessoais.
De acordo com os dados apresentado na ocasião, 16 instituições municipais de educação, entre escolas e creches, foram visitadas, sendo os vereadores foram em quatro delas nesta semana.
Nas visitas, segundo foi comentado, a observação se deu na estrutura física das instituições de ensino municipais e um relatório, sem identificação para garantir que não houvesse medo de represálias, foi solicitado para a avaliação das condições humanas e educacionais.
Nenhuma das escolas visitadas enviou o relatório conforme solicitado pelos vereadores. “Sinal de está tudo bem não é”, comentou Márcia.
Se a avaliação da parte humana da educação mogimiriana ficou comprometida, não faltaram observações a respeito da parte física da escola e o resultado não foi positivo.
Os problemas apontados pelos vereadores atingiram várias áreas das instituições de ensino.
Segundo eles, as cozinhas de grande parte dos locais visitados estavam em estado precário, com fogões, geladeiras e utensílios, enferrujados e mal alocados. “A gente ficou boquiaberto com a falta de higiene”, comentou Dito.
Magalhães apontou outro problema, segundo ele a situação fere as normas da Vigilância Sanitária, já que além de problemas na conservação dos materiais também não há uma separação para que os alimentos que serão utilizados na merenda sejam guardados de maneira adequada.
Ainda em relação a merenda escolar o valor gasto com a alimentação dos estudantes também está sob analise da Comissão.
De acordo com os vereadores, em 2005, antes da terceirização do serviço, a prefeitura gastava R$ 925 mil com a merenda, hoje, o valor estipulado para o serviço é de R$4.800 milhões, valor que está sob estudo e ser ainda maior. A questão da verba destinada a merenda está, inclusive, sendo investigada pela Promotoria Pública.
A mão-de-obra utilizada nas cozinhas das escolas também não satisfez os legisladores. Os membros da Comissão comentam que em um mesmo local são encontradas funcionárias da prefeitura e do Grupo Coan, empresa terceirizada responsável pela merenda escolar. Os vereadores comentam que desta forma a carga horário de trabalho das funcionárias não é a mesma e entre outros fatores prejudica o andamento do trabalho. Para solucionar a questão a Comissão vai sugerir que a prefeitura realize um concurso público para a contratação de mais merendeiras.
Os banheiros das escolas, quadras esportivas e bibliotecas também apresentam problemas na grande maioria dos estabelecimentos de ensino, segundo as colocações dos vereadores envolvidos no trabalho da Comissão.
Os principais problemas, segundo os vereadores, são referentes a manutenção, que eles afirmam não ser realizada de acordo pela prefeitura, eles ainda apontam a falta de autonomia das escolas como fator prejudicial,pois alguns problemas poderiam ser resolvidos rapidamente se não houvesse um longo processo burocrático, indicam os legisladores.
Em outros casos as construções recentes parecem não ter sido realizadas de acordo. O motivo apontado pela Comissão é que obras novas estão com inúmeros problemas de infiltração e rachaduras. Este ponto de ser estudado de forma mais aprofundada nas próximas etapas do trabalho da Comissão Especial de Educação.
Outro ponto que deve receber uma análise aprofundada é a qualidade da educação de que segundo Márcia vem perdendo qualidade no ranking frente a outras cidades.
A Comissão prosseguirá com os trabalhos até o mês de agosto, quando deve enviar um relatório com o diagnostico da educação em Mogi Mirim para a administração municipal. Até lá várias avaliações devem ser feitas nas mais diversas áreas, entre elas estão à aplicação de recursos, prestações de contas e salários dos professores. “Temos Dinheiro, temos condições de dar um ambiente melhor para estudantes e professores”, afirma Márcia.
A “Comissão Especial de Educação” da Câmara Municipal apresentou em entrevista coletiva os primeiros resultados do trabalho que vem sendo desenvolvido há 60 dias.
O grupo de trabalho da Comissão é presidido por Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT), e formado por Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV), Orivaldo Magalhães (PSB) Marcos Bento Alves de Godoy, o Marquinhos da Farmácia (PDT). Apenas Robertinho não participou da entrevista, alegando problemas pessoais.
De acordo com os dados apresentado na ocasião, 16 instituições municipais de educação, entre escolas e creches, foram visitadas, sendo os vereadores foram em quatro delas nesta semana.
Nas visitas, segundo foi comentado, a observação se deu na estrutura física das instituições de ensino municipais e um relatório, sem identificação para garantir que não houvesse medo de represálias, foi solicitado para a avaliação das condições humanas e educacionais.
Nenhuma das escolas visitadas enviou o relatório conforme solicitado pelos vereadores. “Sinal de está tudo bem não é”, comentou Márcia.
Se a avaliação da parte humana da educação mogimiriana ficou comprometida, não faltaram observações a respeito da parte física da escola e o resultado não foi positivo.
Os problemas apontados pelos vereadores atingiram várias áreas das instituições de ensino.
Segundo eles, as cozinhas de grande parte dos locais visitados estavam em estado precário, com fogões, geladeiras e utensílios, enferrujados e mal alocados. “A gente ficou boquiaberto com a falta de higiene”, comentou Dito.
Magalhães apontou outro problema, segundo ele a situação fere as normas da Vigilância Sanitária, já que além de problemas na conservação dos materiais também não há uma separação para que os alimentos que serão utilizados na merenda sejam guardados de maneira adequada.
Ainda em relação a merenda escolar o valor gasto com a alimentação dos estudantes também está sob analise da Comissão.
De acordo com os vereadores, em 2005, antes da terceirização do serviço, a prefeitura gastava R$ 925 mil com a merenda, hoje, o valor estipulado para o serviço é de R$4.800 milhões, valor que está sob estudo e ser ainda maior. A questão da verba destinada a merenda está, inclusive, sendo investigada pela Promotoria Pública.
A mão-de-obra utilizada nas cozinhas das escolas também não satisfez os legisladores. Os membros da Comissão comentam que em um mesmo local são encontradas funcionárias da prefeitura e do Grupo Coan, empresa terceirizada responsável pela merenda escolar. Os vereadores comentam que desta forma a carga horário de trabalho das funcionárias não é a mesma e entre outros fatores prejudica o andamento do trabalho. Para solucionar a questão a Comissão vai sugerir que a prefeitura realize um concurso público para a contratação de mais merendeiras.
Os banheiros das escolas, quadras esportivas e bibliotecas também apresentam problemas na grande maioria dos estabelecimentos de ensino, segundo as colocações dos vereadores envolvidos no trabalho da Comissão.
Os principais problemas, segundo os vereadores, são referentes a manutenção, que eles afirmam não ser realizada de acordo pela prefeitura, eles ainda apontam a falta de autonomia das escolas como fator prejudicial,pois alguns problemas poderiam ser resolvidos rapidamente se não houvesse um longo processo burocrático, indicam os legisladores.
Em outros casos as construções recentes parecem não ter sido realizadas de acordo. O motivo apontado pela Comissão é que obras novas estão com inúmeros problemas de infiltração e rachaduras. Este ponto de ser estudado de forma mais aprofundada nas próximas etapas do trabalho da Comissão Especial de Educação.
Outro ponto que deve receber uma análise aprofundada é a qualidade da educação de que segundo Márcia vem perdendo qualidade no ranking frente a outras cidades.
A Comissão prosseguirá com os trabalhos até o mês de agosto, quando deve enviar um relatório com o diagnostico da educação em Mogi Mirim para a administração municipal. Até lá várias avaliações devem ser feitas nas mais diversas áreas, entre elas estão à aplicação de recursos, prestações de contas e salários dos professores. “Temos Dinheiro, temos condições de dar um ambiente melhor para estudantes e professores”, afirma Márcia.
Matéria divulgada no jornal "A Comarca" 10/04/10
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