segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Autarquia afirma que novos hidrômetros são mais eficientes

Gabriela Zacariotto

Com a grande polêmica surgida em torno da troca de hidrômetros promovida pelo SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) em Mogi Mirim, a autarquia promoveu uma entrevista coletiva na última quinta-feira para prestar esclarecimentos sobre a situação.
Segundo a Diretora de Água e Recursos Hídricos, Rosandra Bronzatto Seragioli, o serviço de troca de hidrômetros seria parte de um projeto e para setorizar o fornecimento de água na cidade, tentando diminuir a perda de água e otimizar os resultados, que teria começado em 2005 com a construção de novas adutoras e reservatórios maiores na cidade.
De acordo com o cronograma, no final do ano passado foi realizado um projeto piloto de troca de hidrômetros no Jardim Patrícia e Chácaras Ypê, que teria apontado cerca de 14% de melhora no registro do consumo das residências da região.
Com o resultado considerado bom, o projeto foi ampliado e já foram trocados cerca de oito mil medidores em Mogi Mirim, com o intuito de promover uma padronização nos medidores. A expectativa é para que mais 22 mil novos medidores sejam instalados a partir de setembro, com uma média de 200 por dia.
De acordo com o Encarregado de Otimização e Controle de Perdas, Pauloroberto Silva Júnior, os hidrômetros adquiridos pelo SAAE registram o consumo a partir de seis litros de água. Os antigos medidores comprados em casas de material de construção somente iniciavam a marcação a partir de 30 litros por hora. Além disso, a vazão nominal que era medida a partir de 1,5 litros por hora nos hidrômetros usados agora passou para 0,6.
Esta diferença nos índices de marcação, segundo Silva Júnior, estariam provocando os aumentos das contas sentidos pela população.
Para explicar as queixas de que os novos hidrômetros girariam sem parar, a equipe do SSAE justifica que a situação não é assim. De acordo com as informações, a diferença é que os hidrômetros marcam desde o consumo de uma torneira pingando, o que estaria dando a impressão de marcação ininterrupta.
Para demonstrar a situação, o SAAE organizou um experimento no qual nove hidrômetros foram colocados em série. O mais antigo era de 1989 e o último era o que está sendo instalado pelo SAAE. De acordo com a demonstração, o novo hidrômetro começa a funcionar bem antes que os demais, efetuando a marcação precisa defendida pela autarquia.
Quanto às dúvidas surgidas em torno da segurança dos hidrômetros, as informações fornecidas foram de que a empresa fornecedora é certificada pelo Inmetro e atua, inclusive, como certificadora para empresas menores.

Arrecadação
Segundo o Diretor Administrativo e Financeiro, Evandro Antonio Trentim, por enquanto não é possível precisar a diferença de arrecadação que a medição mais eficiente trará ao SSAE. Segundo ele, a avaliação deve ser feita somente a partir do próximo ano.
Trentim explica que a diferença na medição não corresponde diretamente a um aumento nos recebimentos da autarquia, uma vez que as pessoas que pagam o valor mínimo de consumo de até 10 metros cúbicos não pagam nada a mais se ainda permanecerem dentro desta faixa e ainda existe a inadimplência que atrapalha os resultados.
De acordo com o Diretor de Gestão de Esgotos, Luiz Manoel Furigo, cerca de 50% da população mogimiriana paga o valor mínimo de consumo de água e aproximadamente 40% devem continuar nesta situação mesmo após a troca dos hidrômetros.
Ele comenta ainda que a diferença nas contas de água deve ser sentida em Mogi Mirim durante aproximadamente três meses e depois disso a situação deve se normalizar.

Telemetria
Além da troca de hidrômetros o SAAE também está investindo no uso do sistema de Telemetria para evitar a perda de água na cidade.
O sistema computadorizado permite a autarquia avaliar a pressão da água ao entrar e sair dos reservatórios, identificar possíveis vazamentos e outras atividades semelhantes.
O sistema já está ativo em grande parte de Mogi Mirim e deve estar completamente ativo até o fim do próximo mês.
Com as atitudes a autarquia pretende diminuir a perda de água na cidade dos atuais 50% para aproximadamente 35%.
Matéria publicada no Jornal Cidade - Mogi Guaçu

Comissão encerra trabalho propondo mudanças profundas

Gabriela Zacariotto

O trabalho da Comissão Especial da Educação, presidida por Márcia Rottoli (PT) e composta por Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV) e Orivaldo Magalhães (PSB), encerrou os trabalhos iniciados em fevereiro deste ano. Os vereadores que integram o grupo encaminharam o relatório final do trabalho à prefeitura e ao Ministério Público para que as considerações feitas sejam avaliadas.
Um dos principais assuntos abordados pelos legisladores foi referente a melhorias que se fazem necessárias na parte pedagógica.
Um dos grandes problemas apontados por eles foi à falta de uma unidade entre o material e a forma de trabalho nas escolas municipais. Com isso, o grupo afirma que as crianças são prejudicadas e surgem grandes diferenças entre os resultados das escolas nas diversas regiões da cidade.
Outro prejuízo trazido com o fato, segundo eles, é o fato de que quando uma criança muda de escola ao longo do ano ela tem dificuldade de acompanhar a matéria dada pelo novo professor, uma vez que o sistema de trabalho apresenta grandes diferenças.
Para resolver a situação, a Comissão sugere que o Departamento de Educação passe a adotar o sistema apostilado nas salas de aula ao invés de livros didáticos. “Eu sou contra apostilamento, mas é o único caminho que eu vejo”, afirmou Márcia.
A Comissão também afirmou que existe uma necessidade de melhorar a qualidade do material entregue as crianças. Segundo o levantamento realizado pelos vereadores, os produtos como lápis e tesoura apresentam muitos defeitos e acabam por prejudicar os estudantes.
Outra sugestão feita foi à implantação do sistema de ensino em período integral nas escolas municipais mogimirianas. Os vereadores afirmam que a estrutura física e de pessoal seria suficiente para realizar o trabalho, “teria apenas que organizar melhor”, garantiram.
Com a ampliação da carga horária a proposta é para que as disciplinas de português e matemática sejam trabalhadas de forma mais intensa.
Outro ponto considerado foi a necessidade de retomar o projeto de EJA (Educação de Jovens e Adultos) de forma mais intensa, alterando o método de ensino que teria afastado muitos estudantes.
Já nas creches, os vereadores afirmam ter verificado a falta de vagas e existência de filas de esperas. De acordo com os membros da Comissão, a prefeitura teria afirmado que não há demanda na cidade para a construção de novas creches.
Outro ponto criticado foi o fato de que somente podem ficar nos estabelecimentos crianças com até três anos, o que estaria trazendo prejuízos para as famílias. “eles ficam em casa com um de cinco olhando”, afirmou a presidente, “não dá para a criança crescer sozinha”.
Segundo eles, inclusive algumas mães estão deixando de trabalhar para poder olhar os filhos que não tem com que ficar.

Estrutura Física
Na parte estrutural das escolas a comissão também teria encontrado inúmeros problemas. Segundo as informações, as escolas estão em estado precário de conservação e colocando em risco a segurança das crianças.
Para exemplificar, eles comentaram a situação da escola municipal e Martim Francisco, Bráulio José Valentim, que estaria com muitas rachaduras. No local, cobras também estariam sendo encontradas no parque infantil. Os problemas teriam sido levados a administração municipal em maio deste ano, mas nenhuma resposta foi obtida.
Além disso, eles comentam que problemas de simples solução, como lâmpadas queimadas nas salas de aula, são recorrentes e a solução das questões levaria um longo tempo. O motivo seria que apenas o Departamento de Educação pode realizar a solicitação de compra dos produtos, o que teria de esperar certa quantidade e atrasaria a substituição dos mesmos. “Esse sistema não está funcionando”, criticaram
Para resolver a questão, a sugestão apontada foi para que as escolas tenham autonomia de realizar a compra de certos produtos, acelerando o processo de reparos. A cargo do Departamento fiaria apenas o controle das compras e a realizam dos processos mais complexos.
Outro ponto avaliado pela Comissão que não atendeu as expectativas foi a questão do patrimônio das escolas. Segundo as afirmações feitas por eles, nos relatórios o departamento consta uma quantidade de produtos que não são verificados nas escolas, sem qualquer justificativa.
O problema da empresa que terceiriza o serviço da merenda escolar, a Coan, que estaria substituindo equipamentos da cozinha das escolas sem realizar a manutenção no pertencente ao município até o momento não teria sido solucionado.
O grupo de vereadores também não teria conseguido uma explicação para o caso que pode gerar problemas futuros. A preocupação dos legisladores é que no caso de um rompimento de contrato a empresa leve os equipamentos que não foram doados ao município embora e as cozinhas das escolas fiquem prejudicadas.
A Comissão sugeriu ainda que o Departamento seja transformado em secretaria para ganhar mais autonomia na gestão de verbas.

Fundeb
Os vereadores também avaliaram a aplicação das verbas oriundas do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). Segundo eles, neste caso algumas diferenças entre as planilhas disponibilizadas pelo Departamento de Educação e os levantamento feito ao longo de trabalho apresentaram divergências.
Para esclarecer as dúvidas, a sugestão foi à solicitação de uma auditoria do MEC (ministério da Educação) na cidade. A avaliação do pedido deverá ser feita pelo Ministério Público.
Apesar de encerrado o período de trabalho da Comissão, os vereadores garantiram que darão continuidade ao acompanhamento da situação da educação em Mogi Mirim. Segundo eles o próximo passo será a avaliação de todas as compras realizadas em 2009 pelo Departamento.
A atividade deve ser iniciada em outubro, após as eleições.
Matéria publicada no Jornal Cidade - Mogi Guaçu

Departamento de Saúde comemora resultado de auditoria

Gabriela Zacariotto

O Departamento de Saúde de Mogi Mirim comentou, em entrevista coletiva, o resultado da auditoria realizada pelo Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do SUS), na cidade em abril deste ano.
A prefeitura se manifestou quanto à questão após a polêmica verificada na sessão de Câmara desta semana, quando vários vereadores criticaram o comunicado feito pela administração municipal no jornal oficial do município, no qual era apontado que nenhum problema foi verificado na área.
A atividade ocorreu a pedido do Ministério Público, após a Comissão de Saúde, formada por vereadores, ter apresentado denúncias ao órgão.
As queixas dos legisladores eram referentes à falta de medicamentos, falha no atendimento da atenção básica e atraso no repasse de verbas para a Santa casa. Os problemas teriam sido verificados no quarto trimestre de 2008 e nos dois primeiros de 2009, período que foi avaliado pelos auditores.
Segundo a enfermeira responsável pela auditoria técnica municipal, Patrícia Santon, nenhuma inconformidade foi apontada pelos auditores durante o período que analisaram a situação da saúde pública na cidade.
A auditoria teria verificado, segundo ela, toda a parte da atenção básica de saúde, desde a estrutura existente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) até a fila para agendamento de exames que segundo e a não apresenta fila para atendimento.
Os exames verificados na auditoria são considerados procedimentos simples, como exame de sangue e raios-X simples, já os demais procedimentos não foram avaliados na auditoria.
Patrícia afirmou que os únicos pontos que necessitavam de melhorias de acordo com o relatório da avaliação do Denasus eram os prédios da UBS’s do Parque do estado II e do Jardim Planalto.
Para resolver a situação, dois novos prédios devem ser construídos pela administração municipal para abrigar os serviços, mas a previsão é para que as obras ainda demorem.
A UBS do Parque do Estado II deve ser iniciada no próximo ano, já quanto o segundo imóvel não tem data prazo determinado para o começo das obras que podem ficar para 2012.
Na área financeira, a Coordenadora da Divisão de Gestão e Finanças, Valdelice Souza, nenhuma irregularidade foi apontada. Desta forma, o Departamento de Saúde considera que as condições de atendimento em Mogi Mirim estão adequadas.
Caso alguma irregularidade tivesse sido verificada pelo Denasus, até mesmo o repasse de verbas do SUS (Sistema único de Saúde) para a cidade poderia ter sido suspenso.
Como este não foi o caso, a prefeitura apenas deve solucionar os problemas apontados nos imóveis, mas um prazo não foi determinado pelo órgão.
Uma nova visita deve ser feita para a verificação das atitudes tomadas pela administração municipal para solucionar as pendências verificas, porém a data é agendada com apenas 15 dias de antecedência.

Outros

As outras áreas da saúde mogimiriana como, por exemplo, as filas de espera para a realização de alguns exames não foram comentadas pela auditoria.

Matéria publicada no Jornal Cidade - Mogi Guaçu

Prefeitura recua e não deve demolir prédio da antiga TC Construtora

Gabriela Zacariotto

A atuação da prefeitura de Mogi Mirim no caso da área abandonada da antiga TC Construtora, hoje pertencente ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) sofreu uma alteração devido a questões judiciais.
Há alguns meses, a administração municipal anunciou que o imóvel ali existente seria demolido e o local murado na tentativa de acabar com os recorrentes problemas lá verificados, o que não deve mais acontecer, pelo menos temporariamente.
O imóvel é utilizado como ponto de prostituição e por usuários de drogas, gerando transtornos para os moradores da região.
A medida foi temporariamente suspensa, segundo o diretor do Departamento Jurídico, Alcides Carmona, para prevenir futuros problemas.
Segundo ele, por questões legais, a prefeitura não poderia apenas adentrar o local e tomas as medidas que julga cabíveis sem uma permissão da justiça.
Desta forma, uma ação judicial foi iniciada para que seja avaliada através de uma perícia a necessidade de intervenção e quem será responsável pela adoção da medida, a prefeitura ou o INSS. “Não podemos demolir sem uma perícia”, comentou. Com isso, ao menos temporariamente, nenhuma medida efetiva deve ser adotada no local até que uma posição judicial seja conferida ao caso.
Enquanto isso, a prefeitura ainda aguarda uma resposta favorável do órgão quanto à possibilidade de permuta da área. A troca aconteceria já que a prefeitura poderia adequar o espaço aos seus interesses, dando assim uma destinação ao espaço. O INSS, por sua vez, precisa de um local para construir sua sede e não pode aproveitar o espaço por ficar muito longe da região central.
Desta forma, a permuta seria viável para as duas partes.
Um imóvel a ser fornecido pela prefeitura chegou a ser escolhido, mas o acordo não aconteceu por conta de uma rejeição de Brasília para a ação. Por enquanto, o poder municipal ainda não desistiu do acordo, “a prefeitura tem interesse desde que seja compatível”, explica.
Carmona as duas ações, devem correr ao mesmo tempo, porém não há um prazo para que a situação do imóvel seja definida.
Matéria publicada no Jornal Cidade - Mogi Guaçu

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mogi Mirim pede verba de R$ 28 milhões do PAC 2

Gabriela Zacariotto

A prefeitura de Mogi Mirim apresentou nos últimos dias pedidos de verbas do projeto do Governo Federal, PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), para obras de drenagem e saneamento.O anúncio foi feito pela prefeita em exercício, Flávia Rossi (PPS), na quinta-feira, 29.
Segundo ela, para todos os projetos foram solicitados R$ 28 milhões. Caso as solicitações sejam acatadas, a prefeitura deverá apresentar uma contrapartida de 20% do valor fornecido pelo Governo Federal.
De acordo com informações da Gerente Municipal de Convênios, Tânia Maria Ferraz Guimarães, os pedidos apresentados pela prefeitura de Mogi Mirim devem passar por análise. Depois disso, caso as solicitações sejam pré-aprovadas, os projetos serão avaliados e a situação dos municípios solicitantes será comparada. Só depois deste processo a verba poderá ser liberada.Os municípios contemplados serão conhecidos em novembro. As atividades com verbas do PAC devem começar em 2011 e a previsão é para que se estendam por 24 meses.

PROJETOS
As verbas para a cidade foram solicitadas para o desassoreamento do Córrego Toledo e afetará os bairros do Mirante e Alto Mirante.
Outro projeto é referente ao Córrego Santo Antonio, para a melhoria da capacidade de recebimento de água no local, que deve ser aprofundado para isto.
Além disso, outros dois pedidos foram feitos pelo o SAAE, para obter verbas para a construção de dois coletores troncos de esgotos na Zona Norte e para a implantação de um reservatório de água no Linda Chaib, que abastecerá aquele o Jardim do Lago, Jardim Europa, Parque das Laranjeiras e os novos prédios da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano).
Os pedidos para o PAC não são avaliados em conjunto e as verbas podem ser concedidas para as intervenções separadamente.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 31/07/10

Flávia Rossi considera bons os resultados da educação mogimiriana

Gabriela Zacariotto

Na coletiva realizada na última quinta-feira, a prefeita em exercício, Flávia Rossi (PPS), fez uma análise dos resultados obtidos por Mogi Mirim nas últimas avaliações.
Segundo ela, os índices estão bons, o que indica que a educação mogimiriana é boa.
Flávia pontuou que o índice da IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), em Mogi Mirim foi de 5,7, enquanto a meta era de 5,6 com 1606 alunos participando da prova. A nota média do Brasil foi de 4,6. Em São Paulo a nota foi de 5,5 e na região sudeste o resultado foi de 5,3. Para ela, a nota conseguida pela cidade é boa e se aproxima dos 6 pontos, média da educação em países desenvolvidos.
Apesar do bom resultado, Flávia Rossi não considera que o resultado seja fiel a situação da educação na cidade. Segundo ela, os dados de aprovação, reprovação e evasão escolar que são computados nas notas e fazem com que a avaliação não seja precisa.
Outro dado apresentado por Flávia foi referente ao SARESP (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). As notas no Estado foram de 190,4 na prova de português e de 201,4 em matemática. Em Mogi Mirim, os resultados foram 203,7 e 209,9 respectivamente.
As provas, segundo Flávia, não apresentam o resultado por aluno, o que prejudica a avaliação dos resultados pelo Departamento de Educação, que não consegue identificar os pontos exatos que precisam de melhorias.
Para resolver a situação ela comenta que a Provinha Brasil e a Provinha Mirim são utilizadas, por apresentar um resultado individualizado.
Com a análise de todos os dados, a prefeita em exercício afirma a situação em Mogi Mirim está em boas condições, mas afirma que este não é um motivo para que não haja novas iniciativas no sentido de melhorar ainda mais o ensino.
Segundo Flávia, projetos de reforço, compra de materiais e qualificação de toda a equipe das escolas são os principais pontos que vem recebendo atenção no Departamento com o intuito de gerar resultados ainda melhores. As áreas que recebem mais investimentos, segundo ela, são a formação dos profissionais que trabalham com matemática e a compra de livros para equipar as bibliotecas.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 31/07/10

Prefeito Carlos Nelson reassume na terça

Gabriela Zacariotto

Nesta terça-feira, 3, Carlos Nelson Bueno (PSDB) deve voltar a ocupar o cargo máximo do executivo municipal, que nas últimas semanas, esteve nas mão da prefeita em exercício, Flávia Rossi (PPS).
Carlos Nelson se afastou do cargo para aproveitar as férias. Na cerimônia de transferência do cargo, o tucano cogitou a hipótese de prolongar seu afastamento para se dedicar aos trabalhos da campanha eleitoral para o pleito de outubro.
Segundo Flávia, o prefeito optou por não estender o afastamento e retomará as atividades dentro do prazo previamente combinado.
Assumindo a prefeitura, Flávia entrou para a história como a primeira mulher a ocupar o cargo máximo do executivo na cidade. Segundo Flávia, o período em que administrou a cidade foi marcado por muito trabalho. Para conseguir manter o andamento de todas as atividades, em Mogi Mirim, ela afirma que contou com o apoio de todos os diretores e houve necessidade apenas de dar andamento nos projetos que já haviam sido iniciados.
Apesar do pouco tempo que ficou à frente do cargo, ela se diz satisfeita, “foi muito gratificante” e completa “a gente sempre aprende muita coisa”. Agora, Flávia volta a ocupar a diretoria do Departamento de Educação.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 31/07/10

Justiça dá liminar para recuperar reservatórios

Gabriela Zacariotto

A Justiça concedeu uma liminar a favor do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) no processo movido contra a empresa Matsuda Engenharia, para verificar a responsabilidade de manutenção nos reservatórios do Residencial do Bosque e do Parque Real que apresentam problemas de vazamento.
A ação foi iniciada no mês de junho para que a impermeabilização dos locais fosse refeita, sanando assim o problema. Segundo informações da assessoria de imprensa, a justiça deu 10 dias para dar início aos trabalhos. A empresa solicitaou mais dez dias para que pudessem mobilizar pessoal e equipamentos. A proposta foi aceita e o novo prazo passou a ser contado a partir da última segunda feira, 26,
Os reparos, primeiramente, serão realizados no reservatório do Residencial do Bosque em função de que neste os vazamentos têm maior proporção.
Também foi acertado que a empresa terá dez dias de prazo para realizar os reparos em cada célula de cada reservatório, sendo que os reservatórios são dotados de quatro células cada um.

CONTESTA
O engenheiro responsável pela empresa Matsuda Engenharia, Hideiki Matsuda, afirmou que por enquanto nada está definido.
Segundo ele, até o momento a empresa está fazendo apenas o que foi combinado na questão da manutenção, apenas preparando a questão.
Segundo Matsuda, o perito judicial ainda precisa avaliar a questão para determinar quem irá realizar a manutenção do reservatório.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 31/07/10

Candidatura de Ary Macedo é impugnada

Gabriela Zacariotto

O candidato a Deputado Estadual, o médico Ary Augusto Reis de Macedo (PP), nesta semana, também teve problemas com o registro de sua candidatura.
Segundo informações disponibilizadas no site do Tribunal Superior eleitoral (TSE), o registro do nome de Macedo para o pleito havia sido impugnado.
Segundo o médico, o problema registrado foi a falta de documentação na apresentação de sua candidatura. O problema seria referente a falta de entrega de algumas certidões exigidas.
Macedo informou que já na segunda-feira os documentos que faltavam foram encaminhados. Com isso, o candidato afirmou que não se preocupava com possíveis complicações.
Apesar da tranqüilidade de Macedo, até o fim da semana, o nome dele ainda constava com candidatura impugnada.
Na semana anterior, outro candidato a Deputado Estadual, Rogério Esperança (PDT), passou por situação semelhante.

CAMPANHA
Apesar do problema de documentação, o médico afirma que sua campanha eleitoral está sendo encaminhada e a previsão é para que até o dia 1º de agosto todas as atividades sejam iniciadas.
Macedo afirma que o carro de som para a publicidade já está circulando por Mogi Mirim e nos próximos dias a atividade começará a acontecer também em Mogi Guaçu. Além disso, as placas e faixas do candidato devem começar a ser instaladas neste fim de semana.
A campanha via internet, com site da campanha e perfis em rede social devem ser ativados neste começo de semana.
O contato com a população, também está sendo intensificado aos poucos. Para isto ele teve, inclusive, uma reunião em Pedreira nos últimos dias, além das atividades na cidade e o resultado está agradando o candidato, “está melhor do que eu esperava”, comenta.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 31/07/10

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Localização do pedágio é corrigida

Gabriela Zacariotto

O pedágio, que será construído com o desmembramento da praça de Jaguariúna, teve localização corrigida para o km 147,2 da SP-340, ainda em Santo Antonio de Posse.
Inicialmente anunciou-se pedágio seria construída no km 152, em Mogi Mirim, na última semana a mudança foi anunciada para Santo Antonio de Posse no km-145.
Na ocasião do anúncio da mudança de localização o deputado estadual Barros Munhoz (PSDB) informou que a nova praça ficaria nas proximidades do rio Pirapitingui, onde já houve uma praça de cobrança de pedágio no passado.
Mas esta localização é que está sendo anunciada agora, o que mostra ter havido algum tipo de divergência. Segundo Munhoz, agora a localização do pedágio não deve passar por novas mudanças.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 24/07/10

PSB de Mogi Mirim se reúnem com militantes


Gabriela Zacariotto

Membros do PSB de Mogi Mirim e de cidades da região se reuniram no último sábado em um jantar promovido em um restaurante da cidade para tratar da campanha eleitoral para o pleito de outubro. Cerca de 50 pessoas participaram do evento.
Na reunião estiveram presentes os candidatos que são apoiados pela sigla na cidade, Dora Maria Auxiliadora Zanin – candidata a deputada estadual, Marco Aurélio Ubiali – candidato a deputado federal e Alexandre Serpa - candidato a senador.
A presença de Mariane Pinotti, que concorre ao cargo de vice-governadora ao lado de Paulo Skaf, estava confirmada no evento, mas a médica não compareceu ao compromisso.
O clima descontração prevaleceu no encontro e os candidatos aproveitaram a oportunidade para conversar pessoalmente com os presentes na atividade. Durante as conversas os planos de ação, no caso de eleição, eram abordados e seguidos de solicitação de apoio ao trabalho.
Após a confraternização, os candidatos realizaram breves discursos, nos quais expuseram, rapidamente, as bandeiras de campanha.
As falas dos três políticos foram pautadas, principalmente, por propostas relacionadas à saúde, educação e segurança.
Entre as promessas, os candidatos se dispuseram a trabalhar por Mogi Mirim e região, estreitando os laços com as cidades no intuito de garantir o desenvolvimento local.

ATUAÇÃO
O PSB de Mogi Mirim, segundo o presidente da sigla, Paulo Roberto Tristão, está centralizando os trabalhos regionais durante a campanha.
Segundo ele, a intenção com o trabalho é fortalecer o partido na esfera municipal e descentralizar as decisões que hoje, em sua maioria, são tomadas em São Paulo.
Com a organização das atividades regionais e a proximidade das eleições, os encontros entre os militantes do partido se tornam mais freqüentes. A previsão é para que o grupo volte a se reunir em 15 dias.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 24/07/10

Polêmica entre prefeitura e Acojamba chega ao fim

Gabriela Zacariotto

Os problemas entre a prefeitura e a Acojamba (Associação Comunitária do Jardim Maria Beatriz e Adjacências) parecem ter se resolvido.
A polêmica em torno da Associação que teve início no fato de um caseiro morar na praça de esportes administrada pelo órgão sem permissão da prefeitura e culminou no fim do convênio que dava a Acojamba a administração da área a situação, o que foi considerado ilegal pelo poder público.
Nos últimos dias, o caseiro indicado pela entidade saiu da casa que ocupava e agora um funcionário da prefeitura passará a ocupar o local.
Segundo informações da assessoria de imprensa da prefeitura, o novo morador está fazendo alguns ajustes no imóvel e a mudança está prevista para a próxima semana.
Desta forma, a irregularidade verificada no convênio foi sanada e a Acojamba pode, inclusive, solicitar a retomada da administração da praça de esportes.
A assessoria informou que a entidade já demonstrou em voltar a utilizar a área e o pedido oficial seria encaminhado em alguns dias.
Durante o período em que o acordo entre a Acojamba e a prefeitura está suspenso a prefeitura cuida da área.

ACOJAMBA
No último fim de semana a Associação realizou uma eleição para definir a nova diretoria da entidade, depois que o vereador Orivado Magalhães (PSB) deixou o cargo. Agora, a Acojamba será administrada por Tâmara Cristina Coloço Francisco.
Ela afirma que a Associação aguarda apenas a posse da nova diretoria, prevista para o dia 1º de agosto, para encaminhar um novo pedido para a administração da praça de esportes. O protocolo da solicitação está previsto para o dia 2 do próximo mês.
Com isso, um novo decreto deverá ser elaborado, mas a questão não deve apresentar complicações, “a prefeitura falou que já está quase tudo certo para o novo convênio”, explica.
Tâmara comenta ainda que mesmo durante o perídio de suspensão do convênio a Acojamba continuou a realizar atividades no local, sob orientação da prefeitura.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 24/07/10

Mesmo com criticas, Stupp diz que propagada é legal

Apesar das queixas recebidas, o candidato a deputado federal, Gustavo Stupp (PDT), afirma que os displays com sua foto, que está utilizando na campanha não desobedecem nenhuma norma da lei eleitoral.
O TSE (tribunal Superior Eleitora), segundo consulta feita por telefone, informou que pelas características informadas, a prática não pode ser adotada em campanha, e a iniciativa se encaixaria na resolução 23191/10, que proíbe a propaganda em locais “cujo uso dependa de permissão ou sessão do poder público”. Porém, segundo as informações prestadas, uma análise detalhada do tema teria de ser feita para uma posição oficial.
Segundo o promotor responsável pelas eleições em Mogi Mirim, Ricardo Gerhardinger Schade, a principio os bonecos não infringem a lei eleitoral.
Outra interpretação sobre a questão pode ser baseada no parágrafo quarto do artigo 11 da resolução 23191/010, “é permitida a colocação de cavaletes, bonecos, cartazes, mesas para distribuição de material de campanha e bandeiras ao longo das vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos”.
Para evitar problemas legais em relação aos bonecos, Stupp comenta que seu coordenador de campanha, inclusive, andou pela cidade com um representante do Departamento de Trânsito para que os locais de instalação dos bonecos fossem definidos sem qualquer prejuízo para os mogimirianos.
Para o candidato, os displays são uma ideia simples, barata e eficiente para a divulgação. Com isso, os planos do pedetista são para que os bonecos com a sua imagem sejam levados para outras 27 cidades em que ele conta com alianças para a campanha. Para que as demais cidades recebam a propaganda, segundo ele, faltam apenas alguns detalhes a serem resolvidos na área de logística.
Ele afirma que toda a documentação necessária foi entregue corretamente e ele não acredita em motivos para uma impugnação. Caso algum problema seja verificado, o candidato acredita que será de fácil resolução e não que não representará riscos para suas intenções.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 24/07/10

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Flávia Rossi é a primeira mulher a assumir cargo de prefeita


Gabriela Zacariotto

Mogi Mirim tem a primeira mulher a ocupar o mais alto cargo do poder executivo, o de prefeita. Desde a última quarta-feira, a vice-prefeita passou a ocupar o cargo que ficará sob sua tutela até o próximo dia 2 de agosto.
O motivo da transmissão do cargo é que o prefeito licenciado Carlos Nelson Bueno (PSDB) ficará de férias durante o período.
A cerimônia de transmissão do cargo aconteceu na Estação Educação e reuniu cerca de 200 pessoas entre membros do poder executivo, vereadores e funcionários municipais.
Durante o evento, Carlos Nelson afirmou que durante seu período de férias ficará totalmente afastado das questões da administração municipal.
Segundo ele, a decisão de se afastar do cargo foi tomada com o intuito de conseguir descansar, principalmente sua mente, coisa que ele afirma não ter conseguido fazer desde quando assumiu a prefeitura, “quero por minha cabeça no lugar”, explicou.
Carlos Nelson afirmou que durante sua ausência, Flávia Rossi tem total autonomia para tomar qualquer decisão e que depois de seu retorno nenhuma determinação dada por ela será questionada. “Pode ser até que eu volte e alguém não seja mais diretor”, brincou.
Criou suspense quando falou da possibilidade de algum evento importante estar previsto para os próximos dias, o que marcaria passagem de Flavia pelo cargo de prefeita em exercício
O prefeito ainda deixou em suspenso a possibilidade de não voltar a ocupar o cargo após o dia 2 de agosto para se dedicar a campanha política para as eleições de outubro. “Nada me impede de encaminhar um pedido de prorrogação”, disse.
Logo em seguida, Flávia Rossi iniciou seu discurso, comentando sobre a importância histórica do momento, “por mais que sejam 20 dias é história”, afirmou.
Durante os próximos dias a atual prefeita afirma que sua rotina mudará acentuadamente, mas sem nenhuma mudança drástica na administração municipal.
Ela afirma que irá dar prosseguimento ao trabalho desenvolvido por Carlos Nelson e diz que espera contar com grande apoio por parte dos diretores dos departamentos municipais.
Segundo ela, o fato de o prefeito ser descentralizador e dividir grande parte das responsabilidades da administração municipal agora serão determinantes para seu sucesso à frente do cargo. Flávia afirma ainda não se preocupar com os desafios que encontrará e está preparada para enfrentar as questões que surgirem. “Cada dia tem uma coisa nova”, amenizou.
Quanto a possibilidade de o prefeito não voltar para a prefeitura ela comenta que foi “pega de surpresa”. “Vamos esperar”, diz.


Matéria publicada no jornal "A Comarca" 17/07/10

Prefeitura vai romper contrato com pedreiras Quaglio

Gabriela Zacariotto

O contrato entre a prefeitura de Mogi Mirim e as Pedreiras Quaglio deve ser rompido pela administração municipal nos próximos dias.
A decisão foi tomada após a prefeitura receber a notificação da promotoria recomendado que o contrato fosse suspenso, que caso não fosse acatada poderia gerar conseqüências graves para os envolvidos.
A polêmica em torno do fornecimento de pedras pelas empresas para a prefeitura foi iniciada após a vereadora Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT) denunciar à promotoria a participação do vereador Osvaldo Quaglio (PSDB) nas empresas.
Segundo a avaliação da promotora de Justiça, Cristiane Corrêa de Souza Hilal, a presença do membro do legislativo nas empresas torna o contrato ilegal. Desta forma, caso o contrato fosse mantido, o vereador poderia ter até mesmo seu mandato cassado.
Segundo o Chefe de Gabinete, Gerson Rossi Júnior, a recomendação da promotoria chegou na última semana e o prazo para que a prefeitura tome alguma atitude em relação do fato é de 15 dias.
Apesar de acatar a medida proposta pela promotoria, a prefeitura ainda não está de acordo com o fim do contrato e deve tentar reverter à medida.
Rossi Júnior afirma que a prefeitura vai argumentar que o impedimento de as Pedreiras Quaglio fornecerem para a prefeitura é prejudicial ao município. Segundo ele, com a restrição a prefeitura terá de realizar a compra com empresas de outras cidades, o que irá encarecer o produto.
O vereador Osvaldo Quaglio afirmou que ainda não havia sido comunicado da decisão da prefeitura, mas que as empresas já estavam adotando medidas para evitar mais problemas com a promotoria.
Segundo ele, nas últimas licitações abertas para o fornecimento de pedras a empresa já não apresentou propostas.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 17/07/10

Câmara consulta procuradoria sobre legalidade de 17 projetos de lei

Gabriela Zacariotto

A Câmara de Mogi Mirim apresentou um ofício à Procuradoria de Justiça para consultar a legalidade de alguns projetos apresentados em 2009 e 2010. Segundo informações da Secretaria da Câmara, são 17 proposituras sob consulta.
Os proejtos propostas receberam parecer desfavorável das Comissões responsáveis por avaliar as propostas. Todos os pareceres foram derrubados em plenário e as proposituras, apesar apontadas com ilegais, foram aprovadas.
Para a avaliação, a Secretaria da Câmara, enviou todos os projetos acompanhados pro seus respectivos pareceres de inconstitucionalidade.
O pedido para a consultada legalidade dos projetos ocorreu a pedido do vereador João Luis Andrade Teixeira (PSDB). Em discurso proferido na tribuna, ele pediu a mesa da Câmara que tomasse a medida.
A solicitação aconteceu após os vereadores terem derrubados vários pareceres que opinavam pela inconstitucionalidade e vetos da administração municipal em uma mesma sessão.
Para ele, como vários vereadores estavam com projetos irregulares haveria um acordo para que todos os pareceres fossem derrubados, não havendo preocupação com a legalidade.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 17/07/10

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Vigilância Epidemiológica confirma mais um caso de gripe H1N1

Da Redação

A Vigilância Epidemiológica de Mogi Mirim confirmou mais um caso da gripe H1N1 em adolescente que tem entre 10 e 14 anos. O paciente é morador da Zona Norte da cidade. Ele ficou internado nesta terça-feira em um hospital de Mogi Guaçu.
Agora, já são cinco casos confirmados da doença na cidade.Existem também 15 suspeitos, um deles, um paciente de 80 anos internado na Santa Casa.
A criança que ficou internada na última sexta-feira com suspeita da gripe teve o resultado negativo. Em outros nove mogimirianos a contaminação da doença também foi descartada.
A Vigilância Epidemiológica continua com as ações de orientações sobre a H1N1 e os cuidados para se evitar a contaminação.
Como a partir desta quinta-feira, dia 08, começou o recesso escolar em Mogi Mirim, as atenções no combate a doença estarão voltadas na multiplicação de informações em igrejas, supermercados, UBs’s e locais de grande fluxo de pessoas.

Reunião
Nesta semana, como parte das ações de prevenção e controle da gripe H1N1, a Vigilância Epidemiológica de Mogi Mirim se reuniu com líderes religiosos da Zona Norte da cidade.
O encontro aconteceu nesta quarta-feira, dia 07, na Capela de São Francisco, no bairro Aguardente do Reino.
Os religiosos receberam orientações sobre a Influenza H1N1, os perigos da doença e formas de preveni-la, além de serem informados sobre os procedimentos de coleta de exame.
Enfermeiros da UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Paulista vão ajudar no trabalho. Foram convidados cerca de 20 líderes religiosos das regiões do Santa Clara e Jardim Paulista, mas apenas oito compareceram.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 10/07/10

Câmara derruba parecer do TCE e aprova contas do prefeito

Gabriela Zacariotto

Os vereadores mogimirianos votaram um dos principais e mais polêmicos assuntos deste ano, as Contas da prefeitura referentes ao ano de 2006, que foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas (TCE).
O assunto foi muito debatido entre os vereadores O vereador Orivaldo Aparecido Magalhães (PSB) se posicionou a favor da rejeição das contas. A base da argumentação de Magalhães se concentrou no fato de que a expectativa de vida da população diminuiu devido a má qualidade da saúde e que a educação caiu de qualidade. Além disso, ele afirmava que uma área da empresa Proval que havia sido desapropriada para uma ampliação do cemitério há anos constava como devolvida para o TCE, mas que na verdade, parte daquela área permanecia sobre o poder da prefeitura.
Já o vereador Rogério Esperança (PDT) comentou que a análise em questão exigia uma decisão firme e não com a intenção de denegrir a imagem do prefeito.Ele defendeu a aprovação das contas e respondendo a afirmação de Magalhães afirmou que a área da Proval havia sido devolvida e que documentos encaminhados para a Câmara comprovavam o fato. Além disso, Esperança afirmou se as administrações passadas não pagaram os precatórios não seria justo Carlos Nelson ter de arcar com o prejuízo.
João Antonio Pires Gonçalves, o João Carteiro (PMDB) também defendeu a aprovação das Contas sob o argumento de que o prefeito Carlos Nelson havia sido corajoso ao não pagar os 10% das dividas de precatórios estabelecidos em lei. Segundo ele afirmou, os valores considerados pelo TCE para a rejeição das contas passavam por recálculo. Com isso, a divida que estava em R$ 68 milhões teria caído par R$ 39 milhões, o que teria representado, segundo Carteiro, uma grande economia aos cofres públicos.
Já João Luis Andrade Teixeira em seu discurso optou por criticar os vereadores oposicionistas ao invés de sair em uma clara defesa da administração municipal. Para ele, o discurso proferido pela oposição é cheio de ódio e medíocre.
A vereadora Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT) justificou sua postura contraria a aprovação das contas dizendo que isto teria sido inclusive, uma recomendação do próprio Carlos Nelson, no passado. “Eu não voto contra o TCE”, afirmou.
Márcia afirmou ainda que o parecer do tribunal é dado por técnicos que têm um vasto conhecimento sobre o assunto e que ela não teria conhecimento para votar contra a decisão de profissionais na área.
Por fim, após um longo debate, o prefeito saiu vitorioso e teve suas contas aprovadas por 14 votos a três, sendo os votos contrários apenas da base oposicionista formada por Magalhães, Márcia e Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV).

LDO
Depois da sessão em que foram aprovadas as Contas do prefeito de 2006 os vereadores realizaram duas sessões extraordinárias para a aprovação das diretrizes para a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2011.
O projeto apresentado pela prefeitura recebeu cinco emendas da vereadora Márcia. Todas as alterações propostas por ela foram voltadas a área da educação.
A proposta e as emendas foram aprovadas, em dois turnos, sem qualquer discussão por parte dos vereadores mogimirianos.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 10/07/10

Acojamba adota medidas para tentar manter administração de praça de esporte

Gabriela Zacariotto

Na última segunda-feira membros da Acojamba (Associação Comunitária do Jardim Maria Beatriz e Adjacências), estiveram na Câmara para protestar contra a perda do direito de administrar a Praça de Esportes do Jardim Maria Beatriz.
Os presentes se queixavam a decisão da prefeitura e diziam que a medida irá prejudicar a população atendida pela entidade.
Segundo o diretor de esportes da Acojamba, Silvio Donizate Francisco, atualmente, 130 crianças fazem aula de futebol, 25 fazem aula de Karatê e 60 senhoras realizam aulas de ginástica para a terceira idade, gratuitamente no local.
Segundo Francisco, o problema apontado pela prefeitura para a perda do direito de administração da praça se deu por conta de que a Acojamba colou um caseiro no local para vistoriar as instalações que estavam sendo constantemente depredadas. Segundo ele, a decisão foi tomada após várias solicitações para que a prefeitura enviasse um representante para vistoriar o local sem que os pedidos fossem atendidos.
Para Francisco, apesar de este ser o apontamento da prefeitura o problema real é outro e se trata da política, uma vez que o presidente da entidade é o vereador oposicionista Orivaldo Magalhães (PSB).
Para evitar que problemas futuros voltem a acontecer, segundo Francisco, uma nova diretoria de assumir a entidade em breve.
As medidas devem ser adotadas para tentar garantir que a Acojamba continue administrando o local e realizando as atividades em parceria com a comunidade.

Prefeitura
Por meio de nota oficial, a prefeitura informou que a revogação do decreto que permitiu que a entidade administrasse o local se deu por irregularidades na utilização do espaço público.
Segundo foi informado, o decreto determina que “os prédios públicos devem ser ocupados por pessoas indicadas pela Prefeitura por meio de portaria”, portanto a associação não poderia ter permitido que uma família morasse no local.
Após a irregularidade ser verificada pelo Departamento Jurídico, a Acojamba teria sido notificada pelo jurídico e argumentado que a o imóvel foi construído com recursos próprios por isso a associação poderia designar pessoas para morarem no local.
No entanto, ainda segundo o decreto que autorizava a administração da entidade, qualquer benfeitoria feita na Praça de Esportes é incorporada ao município.
Agora, a família deve ser notificada a sair do imóvel. Caso não saiam, será protocolada uma ação de reintegração de posse. Depois de regularizada a situação, o município, por meio do Derel (Departamento de Esportes de Lazer), assumirá a Praça de Esportes, a sede social e o imóvel.
O Derel poderá permitir a administração do espaço por uma associação. Com isso, a própria Acojamba, poderá voltar a administrar a Praça de esportes do Maria Beatriz.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 10/07/10

Candidatos consideram prova da Fatec difícil


Gabriela Zacariotto

Aconteceu no último dia 4, o vestibular da Fatec (Faculdade de Tecnologia) “Arthur de Azevedo”, de Mogi Mirim.
Para a prova, 582 candidatos haviam realizado a inscrição. Destes, o índice de abstenção ficou abaixo dos 7%, com apenas 39 candidatos faltantes.
Segundo o coordenador do vestibular na unidade, Célio Humberto Gomes, o índice de abstenção ficou dentro do esperado, ”está bom o índice”, comentou.
Em relação a atrasos, Gomes afirmou que apenas um caso foi registrado, mas que não houve contratempos, uma vez que o candidato entendeu a situação.
O resultado do vestibular deve ser divulgado no dia 19 de julho e as matrículas da primeira chamada começam no dia 20.
A lista será divulgada no site www.vestibularfatec.com.br ou www.centropaulasouza.sp.gov.br. Quem preferir poderá conferir o resultado nas listas que serão fixadas na escola.

Prova
Guilherme Ferreira, de Mogi Guaçu, foi um dos candidatos para o curso de Análise de Sistemas. Ele não saiu da prova muito otimista e firmou que não acreitaca na real possibilidade de estar entre os aprovados.
Para ele, a prova estava difícil e os exercícios demorados de se resolver.
O mogimiriano Otávio Augusto, que realizou a prova para o curso de Mecânica concordou com Ferreira. Ele estava desanimado e sem esperança de ser um dos convocados para a matrícula.
A queixa do candidato era que os exercícios não pediam uma única coisa, o que deixava a avaliação complicada e longa.
Giovana Alves, que mora em Mogi Mirim, também realizou a prova, estava otimista quando concluiu o vestibular. Ela comentou que estava sem estudar desde 2002, mas achou que a prova não estava muito complicada, “deu para fazer”, comentou.
Ela espera ser aprovada no vestibular para poder realizar o sonho de realizar um curso superior para tentar conseguiu um emprego melhor, “um curso superior muda tudo”, explica.
Apesar de acreditar na possibilidade de ser aprovada na avaliação ela está preparada para receber uma resposta não tão positiva e está disposta a persistir no ideal de entrar na faculdade, “se não der, a gente tenta de novo”, brinca.
Israel Sousa Campos, que pretende cursar Desenvolvimento de Sistemas, também saiu se queixando da prova. Para ele, o vestibular estava difícil, principalmente nas partes de química e física.
Campos espera conseguir a vaga e afirma que gostaria muito de conseguir cursar a Fatec. Os motivos de focar a faculdade se devem ao fato de poder concluir uma faculdade e ainda gratuitamente.
Elery Gomes também espera conseguir uma vaga na Fatec, no curso de Analise e Desenvolvimento de Sistemas. Ele, que já é formado em Publicidade e Propaganda e fez cursos de informática quer ampliar seus conhecimentos.
Ele comentou que as provas mais difíceis foram as de química e física e saiu da prova acreditando que apesar das dificuldades conseguiu garantir a vaga.
Juliana Bigheti, de Jaguariúna, veio a Mogi Mirim, realizar o vestibular para o curso de Analise e Desenvolvimento de Sistemas. Ela comentou que não achou a prova difícil, mas sim bem elaborada, o que exigia atenção na hora de resolver os exercícios.
Para Juliana, as questões mais difíceis foram as de física e matemática, áreas em que ela possui dificuldades. Apesar disso, ela acredita que o resultado da prova deve ser bom.
Juliana já trabalha na área para qual prestou vestibular e comenta que precisa do diploma para aumentar suas possibilidades de crescimento profissional. Com isso, foram atrativos para a escolha da Fatec os bons comentários que ouviu sobre a faculdade e o fato de o ensino ser gratuito.
Com o quadro favorável ela comenta que até mesmo as viagens diárias que se farão necessárias caso seja aprovada no vestibular serão compensadoras.
Elton Bendito da Silva também foi um dos candidatos de fora de Mogi Mirim que realizaram a prova. Ele se inscreveu para o curso de Mecânica de Projetos e acredita que conseguiu garantir a vaga.
Para ele, as provas de todas as disciplinas estavam com níveis semelhantes de dificuldade.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 10/07/10

terça-feira, 6 de julho de 2010

Gripe H1N1 fecha escola na Zona Norte

Da Redação

A Vigilância Epidemiológica de Mogi Mirim confirmou quatro casos da gripe H1N1, a gripe suína, em adolescentes que têm entre 10 e 14 anos. Nenhum deles ficou internado e passam bem.
Três destes casos estão incluídos em um surto da doença registrado em uma escola estadual localizada na Zona Norte da cidade. A unidade chegou a ficar fechada, mas já voltou ao normal.
Atualmente, a V.E. não registra nenhum paciente aguardando resultado de exame ou que está sob suspeita da gripe H1N1.
Segundo a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Viviane Dainese, o período frio registrado atualmente é propício a transmissão da doença, uma vez que as pessoas tendem a ficar em locais fechados e mais próximas, para se aquecer.
Por causa do surto o Departamento de Saúde começou a intensificar as ações de prevenção e controle da gripe A. As ações estão sendo focadas na Zona Norte – onde há casos confirmados. As escolas, UBS’s, supermercados e outros estabelecimentos que concentram grande fluxo de pessoas receberão orientações quanto aos riscos da doença.
Para Viviane, neste ano ainda devem ser registrados casos da doença, mas a situação deve ser mais facilmente controlada do que no ano passado. O motivo é que agora as pessoas já conhecem a doença, os cuidados e os grupos de risco foram vacinados contra o vírus.
Com isso, a expectativa é para que não haja óbitos provocados pela doença em Mogi Mirim.
Para evitar que a doença se espalhe, as recomendações são as mesmas do ano passado e baseadas na higiene como: lavar as mãos com água e sabão antes das refeições, evitar tocar os olhos, nariz ou boca após os contatos com superfícies, manter os ambientes ventilados entre outras. “As orientações não serão restritas para a Zona Norte. Paralelamente, os trabalhos serão feitos nos quatro cantos da cidade com o objetivo de se evitar uma epidemia da doença”, explicou Viviane Dainese, enfermeira da V.E.
Além disso, a população também deve se atentar para os sintomas da doença. São eles: febre alta de maneira repentina (superior a 38ºC) e tosse, acompanhadas de dor de cabeça, dores musculares e nas articulações e dificuldades respiratórias.
Segundo Viviane, Mogi Mirim atingiu as expectativas de vacinação contra a doença e isso será importante neste período. Na cidade, cerca de 30 mil pessoas foram vacinadas contra a doença.
O Ministério de Saúde enviou recentemente um estoque de vacinas que podem ser disponibilizadas a outros grupos que não aqueles definidos pelo Governo Federal. As doses estão sendo aplicadas em profissionais do Departamento de Educação. Caso haja sobra, as doses podem ser aplicadas em pessoas de outros grupos. Para o Ministério da Saúde estas pessoas entraram na conta de imunização de doentes crônicos.
Nos casos em que ocorra suspeita da doença, o medicamento indicado é o Tamiflu. O medicamento poderá ser retirado, gratuitamente, na Farmácia Popular e na Vigilância Epidemiológica, quando receitado pelo médico. Nos casos em que a recomendação seja feita em finais de semana ou a noite os pacientes devem retirá-lo no Hospital Municipal “Doutor Tabajara Ramos”, em Mogi Guaçu. Já na Santa Casa de Mogi Mirim o medicamento será fornecido apenas para os pacientes que estiverem internados.
Em 2009, Mogi Mirim registrou 48 casos confirmados e dois óbitos.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 03/07/10

Mogi Mirim tem mais um candidato a Deputado Estadual

Gabriela Zacariotto

Mogi Mirim terá mais um candidato a Deputado Estadual. Depois de Rogério Esperança (PDT) e Marco Antônio Campos (PMDB), agora o médico, Ary Augusto Reis de Macedo (PP) foi lançado, oficialmente, como candidato.
As especulações sobre a candidatura de Macedo se iniciaram no ano passado, mas a confirmações veio somente nos últimos dias na Convenção Partidária.
Segundo Macedo, sua principal proposta de campanha será trazer mais investimentos para a saúde mogimiriana e regional. Além disso, a segurança e a educação também devem ser bandeiras de campanha.
O candidato propõe um trabalho voltado à região e com isso já conseguiu apoio de 27 cidades em que deve ter representatividade. Os locais em que o médico deve realizar campanha ficam na Baixa Mogiana, Circuito das Águas, região de Campinas e no Vale do Paraíba. Este último foi escolhido por conter a cidade de Guaratinguetá, local de onde Macedo é originário.
O candidato a Deputado Federal com quem Macedo deve “dobrar”, segundo ele, ainda está em fase de negociação e, portanto, o assunto é mantido em sigilo. O médico adianta apenas que seu parceiro de campanha é um membro do PP.
Macedo comenta que segundo estimativas feitas com base na última eleição para Deputado precisará de aproximadamente 30 mil votos para se eleger. Na última eleição para vereador, quando participou do pleito, ele obteve 582 votos.
Apesar da grande quantidade de eleitores que precisa conquistar, o candidato se diz otimista e acredita que pode obter uma vaga na Assembleia Legislativa, o que mudou os planos do partido.
Segundo conta, a princípio, sua candidatura seria lançada como meio de fortalecer seu nome para a eleição municipal de 2012 e hoje o trabalho já é feito visando a atual eleição.
Para conquistar o eleitorado e divulgar suas propostas, Macedo deve usar os meios tradicionais e as inovações trazidas pela internet em uma campanha que não deve ser econômica. “Hoje o marketing está muito caro e vamos precisar bastante dele”, comenta. As estimativas indicam que um valor entre R$ 300 mil e R$ 400 mil deve ser investido para a atividade.

Adversários
Com sua candidatura o médico terá de enfrentar um nome de peso no cenário político regional, Barros Munhoz (PSDB), que busca sua reeleição para a Assembleia Legislativa.
O enfrentamento direto com um dos principais tucanos do cenário estadual não intimida o Macedo, “não me preocupo, ele já tem seu eleitorado fiel”, comenta.
Apesar de contar com apoio de parte da população Munhoz não é unanimidade e Macedo deve focar seu trabalho em conquistar os votos que hoje são destinados a candidatos de fora de Mogi Mirim e entre os que esperam novos políticos e propostas, “o eleitor busca inovação”, afirma.
Quanto aos demais candidatos a Deputado Estadual da cidade, Macedo não vê problemas e descarta um inchaço no número de concorrentes a vaga. Com um discurso apaziguador ele comenta que existe espaço para todos e que o que irá diferenciar os candidatos são suas propostas.
Matéria divulgada no jornal "A Comarca" 03/07/10

Revisão da Lei Orgânica tem sessão movimentada

Gabriela Zacariotto

Os vereadores mogimirianos votaram, no último sábado, 26, durante uma sessão extraordinária, o projeto de revisão da Lei Orgânica Municipal (LOM). Na ocasião, foram avaliados 11 itens, que englobavam os pontos da Lei que sofreram alterações no conteúdo.
A maioria dos pontos em questão foi aprovada sem grandes debates por parte dos vereadores. O principal motivo para isto foi que o trabalho de revisão foi realizado por uma comissão de vereadores que já haviam discutido os temas.
A principal polêmica da votação ficou por conta da emenda da vereadora Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT), que pretendia reduzir o número de vereadores na Casa de Leis de 17 para 11.
Para a vereadora, a mudança traria vantagens para o município, como uma economia de R$ 18 mil, por mês, caso o número de legisladores fosse reduzido.
O vereador João Luiz Andrade Teixeira (PSDB) foi um dos que se posicionaram de forma contrária a emenda proposta pela petista. Ele afirmou que considerava a proposta vazia, tendo em vista que existe uma lei tramitando na esfera federal de governo que trata do número de vereadores de acordo com o total de habitantes da cidade, o que, segundo ele, pode aumentar a quantidade de vereadores em Mogi Mirim.
Por fim, após uma longa discussão, a emenda da petista foi rejeitada, sendo que somente ela votou de forma favorável a redução de vereadores.

PRESIDÊNCIA
Outro ponto que gerou debate foi a emenda apresentada por Luís Roberto Tavares, o Robertinho (PSDB), que pretendia alterar a forma de escolha do presidente da Câmara.
Ele propunha que ao invés de ocorrer uma eleição para definir o presidente da Câmara, o vereador mais votado no pleito assumisse o cargo.
A ideia não foi bem recebida em plenário e foram vários os argumentos apresentados para a rejeição da emenda. O principal deles, defendido por grande parte dos legisladores, foi a possibilidade de alguém sem capacidade vir a assumir o cargo e prejudicar o andamento dos trabalhos. Como exemplo foi citado por vários vereadores o caso ex-vereador José Jorge Módena (PTB), que foi chegou a ser o mais votado, porém, na visão dos vereadores, apresentava problemas mentais, segundo os vereadores. Segundo os legisladores, esse exemplo ilustrava a incoerência da proposta.
A emenda do tucano foi rejeitada por 14 votos a três, com votos favoráveis de Robertinho, Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV) e Gustavo Stupp (PDT).

REELEIÇÃO
A reeleição para os cargos da mesa da Câmara também foi um ponto de divergência durante a sessão extraordinária.
O assunto já havia gerado polêmica entre os legisladores mesmo antes de ir a plenário, quando o vereador, Marcos Bento Alves de Godoy, o Marquinhos da Farmácia (PDT), apoiado por alguns colegas de vereança, tentaram acelerar a votação da medida temendo que o atual presidente da Casa, Osvaldo Quaglio (PSDB), adiasse a votação da proposta visando continuar a ocupar o cargo.
Grande parte dos vereadores se envolveu na discussão iniciada por Quaglio, que afirmou não ter interesse em continuar a ocupar o cargo e que apoiava o fim da reeleição para todos os cargos, mas que defendia a continuidade a situação, já que, segundo ele, a aprovação da proposta se daria por questões políticas e não ideológicas.
Após a apresentação dos argumentos a votação aconteceu e a emenda foi aprovada por 13 votos a quatro, sendo que Cinoê Duzo (PPS), José Fernandes Filho (PTB, Laércio Rocha Pires (PPS) e Osvaldo Quaglio, se disseram contra a medida.
Os demais itens da pauta foram aprovados sem grandes debates.

DE NOVO
Os vereadores devem voltar a se reunir para votar a revisão da LOM em segundo turno nos próximos dias em nova sessão extraordinária, já que o assunto exige pauta exclusiva. O prazo mínimo para o segundo turno é de 10 dias após a primeira votação.
Matéria divulgada no jornal "A Comarca" 03/07/10

Município ganha posse de área da antiga FEPASA

Gabriela Zacariotto

A área onde é situada a Lagoa do Jardim Planalto foi cedida nos últimos dias, para o município pela União, sem qualquer forma de ônus.
A área em questão tem uma extensão de aproximadamente 4 mil m².
A lagoa foi construída em uma área da antiga Ferrovias Paulista (FEPASA) há até pouco tempo a administração não tinha consciência do fato acreditando que o local pertencia ao município.
A descoberta do fato se deu quando a prefeitura solicitou R$ 300 mil para a recuperação da área ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC1). Na ocasião a verba chegou a ser liberada, mas o dinheiro não chegou aos cofres públicos por conta da pendência do documento de posse da área.
Com o impasse, Segundo o Chefe de Gabinete, Gerson Rossi Júnior, um pedido de cessão da área para que o dinheiro pudesse ser destinado ao município.
O processo para que o acordo entre o município e a União fosse firmado se estendeu por dois anos e com a demora Mogi Mirim quase perdeu a verba destinada pelo governo federal. “A gente estava quase perdendo”, comenta Gerson.
Por fim, após a doação do local, já publicada no Diário Oficial da União, Mogi Mirim deve receber, a título de reembolso, o dinheiro que estava bloqueado no banco.

Outra
Além desta área cuja situação foi, finalmente, regularizada, o município aguarda uma segunda doação de área que pertencia a antiga FEPASA.
O local fiscal no final da avenida Adib Chaib e a Intervias espera a regularização da situação do local para que possa realizar a ligação com a rodovia SP-147.
Este pedido, segundo o Chefe de Gabinete, é mais recente e a expectativa é para que o processo de cessão seja concluído no próximo mês.

Matéria divulgada no jornal "A Comarca" 03/07/10

terça-feira, 29 de junho de 2010

PV de Mogi indica Anderson Mendonça a Federal


Gabriela Zacariotto

A candidatura de Anderson Mendonça (PV), a deputado federal, foi homologada na convenção do partido realizada no último dia 19 de junho. Na ocasião o candidato já recebeu o número com o qual deve disputar o pleito, 4380.
Durante as preparações para a Campanha Anderson concentrou seu trabalho na busca de parcerias espalhadas pelo estado. Com isso, ele garantiu presença em mais de 40 cidades do Estado de São Paulo.
A dobrada de Mendonça, em todas as cidades em que vai buscar votos, será com a candidata a deputada estadual do PV de Mogi Guaçu, Sandra Benites de Barros, esposa do prefeito Pualo Eduardo de Barros.
O candidato do Partido Verde deve ter como uma de suas principais bandeiras de campanha a questão ambiental. Ele comenta que como deputado haverá caminhos para tentar buscar o desenvolvimento sustentável para a região, atraindo indústrias que trabalhem com responsabilidade ambiental.
Além disso, ele se compromete também em buscar melhorias na área da saúde. “O prefeito, sozinho, não consegue resolver o sistema de saúde”, comenta. Para buscar melhorias nesta área, Mendonça, comenta que o melhor caminho a ser seguido é buscar recursos e participação em programas federais. “Há recursos, o que falta é uma ação política forte”, explica.
Com esta estratégia, Mendonça espera conseguir viabilizar a construção de um hospital regional para a Baixa Mogiana.
Com as propostas de trabalho, o candidato do Partido Verde espera conseguir apoio regional para obter a votação necessária para se eleger. Ele comenta que em 2006, o último deputado a ser eleito teve 42 mil votos, valor com o qual ele trabalha.
Para obter um bom resultado nas urnas a campanha de Mendonça vai reunir elementos modernos da internet e mesclá-los com a campanha tradicional.
Apesar de trabalhar com os meios tradicionais, o candidato afirma que não vai se render a estratégias de marketing, “eu não vou me submeter a virar um produto de mídia”, encerra.


Matéria publicada no jornal "A Comarca" 26/06/10

SAAE move ação judicial por vazamento em reservatório

Gabriela Zacariotto

O SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) iniciou, na última sexta-feira, 18, uma ação judicial contra a empresa Matsuda Engenharia, por conta de vazamentos nos reservatórios de água dos bairros Parque Real e Residencial do Bosque.
A decisão foi anunciada em uma coletiva de imprensa realizada pelo presidente da autarquia, Rodrigo Sernaglia, na tarde da última quinta feira, 24.
Sernaglia afirma que os problemas verificados foram por falhas na impermeabilização dos reservatórios. Disse ele que na conclusão da construção do reservatório foi feito teste com a impermeabilização, colocando água no reservatório, e não foi registrado problema. Depois disso, os reservatórios ficaram vazios por um período e quando passaram a ser utilizados a falha foi detectada.
O problema no reservatório do Residencial do Bosque, segundo o presidente da autarquia é o mais grave, uma vez que o problema é interno e pode até mesmo abalar a estrutura do reservatório provocando um desabamento com o passar dos anos.
Sernaglia afirmou que várias vezes procurou a empresa tentado um acordo para que as melhorias necessárias nos dois locais fossem efetuadas, mas não houve sucesso na tratativa. A única proposta apresentada pela empresa, segundo o presidente da autarquia foi a divisão dos gastos com a reforma necessária, que se aproximava dos R$ 35 mil para cada reservatório que não foi aceita.

EMPRESA
O engenheiro responsável pela empresa Matsuda Engenharia, Hideiki Matsuda, afirmou que ainda não recebeu qualquer notificação sobre a ação movida pelo SAAE.
Segundo ele, no edital de contratação do serviço, a prefeitura não havia condicionado o teste de vazamento que, portanto, não foi realizado, ficando a cargo da prefeitura que não o fez. Desta forma, sem a avaliação necessária o problema não foi identificado.
Ele comenta que já chamou especialistas para avaliar a situação do reservatório e que estes concluíram que o problema verificado foi decorrente da falta de água no reservatório e não por falhas da empresa durante a impermeabilização.
Ele confirma que chegou a propor a divisão dos prejuízos e que a proposta não foi aceita. Com este impasse, afirma Matsuda, foi concluído que a prefeitura deveria chamar especialistas para avaliar o reservatório e avaliar a responsabilidade da empresa nos vazamentos.Segundo o engenheiro o relatório ainda não foi apresentado. “Não estou me furtando da responsabilidade”, afirma.
Com o impasse surgido o engenheiro afirma que a prefeitura está deixando de realizar pagamentos referentes a pintura e outros serviços prestados nos reservatórios. “Eles estão misturando as coisas”, encerra.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 26/06/10

Estudantes são empossado no “Parlamento Jovem”


Gabriela Zacariotto

Na noite da última terça-feira, 22, foi realizada a sessão solene de posse do Parlamento Jovem. Os 17 estudantes que foram empossados na ocasião foram indicados por um vereador que os apadrinhou para orientar o trabalho de aprendizado do funcionamento do poder legislativo.
O vereador João Luís Andrade Teixeira (PSDB) foi o único que optou por não participar do projeto e assim, não apadrinhou nenhum estudante. Com isso, o autor da proposta, Luís Gustavo Stupp (PDT) ficou com dois estudantes sob sua tutela.
Durante a cerimônia de posse, o vice-presidente da escola “Mosenhor Nora”, Osvaldo Luiz Miranda, proferiu um discurso de incentivo aos estudantes que a partir de agora devem aprender as responsabilidade e os deveres de um vereador.
Miranda comentou que ao longo do projeto será a vez de os estudantes palpitarem sobre o destino da cidade e da política, em um exercício de cidadania.
Ele ainda transcorreu sobre a importância da política para a vida em sociedade, afirmando que mesmo os que dizem não gostar de política não podem viver sem ela, incentivando os jovens a aprenderem e buscarem se conscientizar para a construção de uma sociedade mais justa. “a educação é a arma mais poderosa que você pode usas para mudar o mundo”, encerrou.

TRABALHO
Logo em seguida, os jovens vereadores foram apresentados a rotina de funcionamento da Câmara e puderam, inclusive, fazer o uso da palavra por um período de até três minutos.
A grande maioria dos participantes discursou agradecendo a oportunidade de participar do Parlamento Jovem e poder se inteirar do funcionamento do poder legislativo.
A vereadora-mirim, Larissa Laura, acrescentou em sua fala que essa é a oportunidade de a juventude mostrar que pode fazer algo diferente para mudar a sociedade. Já Laryssa Vieira dos Santos, comentou que o Parlamento Jovem é o caminho para que os estudantes mostrem seu potencial e opiniões, “irei mostrar o melhor de mim, comentou”.
Já Rafael Oliveira de Moura, comentou que o Parlamento é uma chance para conhecer a política e formar novas lideranças, “vão ser homens e mulheres honradas e capazes de governar o país”, disse.
Por fim, com aplausos dos muitos familiares presentes, foi concluída a noite de posse.
A partir de agora, os jovens podem acompanhar os vereadores que receberam como padrinhos e apresentar sugestões para a atuação.
Os vereadores jovens devem voltar a se encontrar no dia 10 de agosto. As demais sessões estão previstas para os dias 14 de setembro e 9 de novembro. O horário para as atividades é às 19h30.

Matéria Publicada no jornal "A Comarca" 26/06/10

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Licitação deve determinar destino do Mercadão

Gabriela Zacariotto

O projeto de lei de autoria do poder executivo, que trata da doação do antigo prédio do Marcado Municipal (Mercadão) para o Sindicato do Comércio Varejista de Mogi Mirim (Sicovamm) foi discutido em uma reunião realizada na Câmara, na última quinta-feira, 17.
O encontro foi presidido pelo vereador Moacir Genuário (PMDB) e contou com a participação de legisladores, do presidente do Sicovamm, José Antonio Scomparim e de membros da diretoria do sindicato.
O objetivo do encontro foi discutir o projeto que o Sicovamm tem para o local e ainda a forma da concessão.
Alguns vereadores entendiam que a doação acontecia com o interesse único da instalação da sede do Senac na cidade, que poderia não acontecer.
Scomparim explicou aos legisladores que realiza um trabalho que visa trazer a unidade do Senac, que poderia ser instalado no local, mas que a intenção do sindicato é fazer um projeto baseado também em outros pilares para o local.
Segundo ele, existe a possibilidade de utilizar o prédio do antigo Mercadão para reunir diversas entidades de classe e ainda atividades educacionais e culturais, como, por exemplo, a construção de um teatro para que seja possível um convênio com o SESC.
Esclarecidas as dúvidas sobre o projeto do sindicato a discussão passou para a forma de doação da área, prevista em 50 anos pela prefeitura e renovável pelo mesmo período.
Alguns dos vereadores presentes no evento defendiam que a cessão da área deveria acontecer através de um processo licitatório. Desta forma, várias entidades poderiam apresentar projetos e o mais interessante para a cidade seria implantado no local.
A licitação, segundo foi informado, seria uma exigência legal e teria a intenção de evitar uma possível retomada do local no futuro e prejuízos para o Sicovamm.
Após o evento Scomparim afirmou que iria se reunir com o prefeito para discutir a necessidade da licitação.
A conversa entre Carlos Nelson Bueno (PSDB) e Scomparim aconteceu na manhã de sexta-feira. No encontro, segundo informações do presidente do Sicovamm,foi concluído que o projeto que está na Câmara deve ser votado com uma emenda dizendo que a doação da área vai acontecer por meio de processo licitatório. Agora, o sindicato deve participar da concorrência pública.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 19/06/10

Comissão de Saúde vai atuar por mais 90 dias

Gabriela Zacariotto

A Comissão de Saúde, presidida pela vereadora Maria Helena Scudeler de Barros (PSDB) vai ter mais 90 dias para dar continuidade ao trabalho que vem realizando.
Para isso, foi apresentado na última segunda-feira, 7, um requerimento para que o tempo de atuação da Comissão fosse prorrogado.
Na ocasião o requerimento foi colocado em discussão pelo vereador Osvaldo Quaglio (PSDB) e será votado apenas na sessão do próximo dia 14, o que irritou Maria Helena.
Ela comentou que não ficou nada satisfeita com o pedido de discussão apresentado por Quaglio. Ele teria pedido a discussão com o objetivo de obter mais informações sobre o andamento do trabalho da Comissão antes de votar o pedido da vereadora. Para ela, a postura adotada pelo tucano que preside a Câmara foi no mínimo deselegante, por se tratar de um companheiro de bancada
Por fim, o requerimento foi aprovado por unanimidade nesta segunda-feira.
Segundo Maria Helena, a Comissão tem acompanhado de perto todo o andamento da saúde da cidade. Durante o tempo em que está trabalhando com o projeto ela comenta que encontrou uma situação delicada, o que justifica a necessidade da existência da Comissão. “Só tem problemas”, resume.
Ela distingue o trabalho realizado desta vez do que foi feito pela primeira Comissão de Saúde. Segundo ela, desta vez o trabalho é mais de acompanhamento e verificação, ao contrario do outro que foi focado em visitas para a identificação da real condição do sistema de saúde na cidade.
Para isto, Maria Helena comenta que há uma parceria com o Ministério Público, tudo focado em melhorar o quadro hoje existente.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 19/06/10

Comissão critica qualidade e custo da merenda escolar

Gabriela Zacariotto

Na última quarta-feira a Comissão de Educação, presidida pela vereadora Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT) e composta por Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV) e Orivaldo Magalhães (PSB), apresentou mais uma etapa do trabalho de análise das condições da área educacional da cidade que estão desenvolvendo. Desta vez, os dados apresentados foram referentes a merenda escolar.
Segundo Márcia, nos últimos dias aconteceu uma reunião entre representantes da empresa Coan, que terceiriza a merenda na cidade, da prefeitura e os membros da Comissão. No encontro, os vereadores fizeram questionamentos e criticas a comida que é servida aos estudantes mogimirianos.
Os vereadores discordam da alimentação oferecida, que para eles não observa as regras para uma alimentação balanceada. Eles afirmaram que é comum as crianças receberem macarrão ou pão com salsicha e farofa com calabresa, o que eles consideram inadequado. “Eles servem bastante porque é um alimento barato”, criticou Márcia.
Outro ponto abordado por eles em relação a qualidade nutricional foi a questão do intervalo entre as refeições. Os vereadores reclamam que as crianças tem um intervalo de menos de duas horas e meia entre as refeições, o que pode levar a uma ingestão excessiva de alimentos, favorecendo os casos de obesidade infantil.
A sugestão apresentada nestes casos foi transferir o horário do intervalo para mais tarde. Já na questão do cardápio os vereadores apresentaram a alternativa de haver um diálogo com as crianças para que se chegue a um cardápio balanceado que agrade o paladar dos pequenos.
Discordando da qualidade da alimentação, os vereadores também criticaram os altos custos envolvidos para o custeio da merenda.
Segundo foi colocado, em 2005, antes da terceirização da merenda escolar, a prefeitura gastaria R$ 950 mil por ano com a alimentação das crianças. Em 2006, quando a iniciativa privada assumiu o serviço este valor teria passado para R$ 4,4 milhões.
Hoje, segundo os vereadores, o valor cobrado para o café da manhã é de R$ 0,80 por criança, para a merenda de R$ 1,24 e a diária das creches atinge R$ 3,27. Para eles, com estes valores as crianças poderiam receber alimentos com uma qualidade muito superior a oferecida atualmente.
Além disso, os vereadores criticam a falta de alimentos que ocorre algumas vezes, principalmente nos fim de mês, o que para eles não se justifica, devido aos altos valores envolvidos no contrato.
Eles devem analisar, nos próximos dias, as notas de compra apresentadas pela empresa para avaliar os a valores apontados e as possíveis substituições de ingredientes por outros mais baratos.
Outro ponto abordado pelos membros da Comissão foi a conservação das cozinhas das escolas municipais e estaduais.
Os vereadores, em uma etapa anterior do trabalho, já haviam criticado a qualidade da manutenção das cozinhas das escolas que apresentam equipamentos danificados, enferrujados e alocados de forma incorreta.
A responsabilidade por esta manutenção é da empresa Coan. Segundo os vereadores, os representantes da empresa ficaram surpresos com os dados apresentados e os justificaram como falha operacional, se comprometendo a resolver a questão rapidamente.
Ainda na questão da conservação das cozinhas os vereadores trataram da substituição de alguns equipamento danificados.
Segundo eles, a empresa deve consertar os aparelho danificados e não trocá-los por novos. A preocupação neste ponto é porque não são feitas doações dos novos produtos e, no caso de um rompimento do contrato, a Coan poderia levar os materiais embora e deixar as cozinhas de escolas prejudicadas.
Neste sentido, os membros da Comissão informação comentaram que houve uma divergência na interpretação do contrato. Isto porque, a empresa faz a substituição quando considera que os custos para conserto não são vantajosos frente a compra de um produto novo e não se sentem obrigados a fazer a doação.
Neste ponto a Coan teria se comprometido a fazer uma nova avaliação do contrato.

Patrimônio
Na última coletiva, os vereadores comentaram que havia algumas divergências entre valores de compra de materiais para escolas e também no relatório apresentado com as propriedades das escolas.
Segundo Márcia, a questão foi explicada.
Ela comenta que segundo informações da administração municipal houve uma troca de sistema que “bagunçou” os dados dos bens municipais, resultando no problema verificado pelos vereadores.
A vereadora explicou que apenas em alguns casos a administração considerou os produtos como “desaparecidos”. Para saber o que houve foi aberta sindicância nos casos possíveis e em outros não houve possibilidade de investigação.
Já na questão dos valores discrepantes a justificativa foi erro de digitação.
A Comissão de Educação continua criticando da demora da prefeitura em encaminhar os dados solicitados para a continuação do trabalho.
Com isso, eles cogitam a hipótese de contratar uma advogado para solicitar os documentos por via judicial.
Os trabalhos da Comissão devem continuar até agosto. Agora, as atenção serão voltadas para a análise das verbas aplicadas na área.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 19/06/10

PDT lança chapa pura Com Esperança e Stupp

Gabriela Zacariotto

Os vereadores do PDT, Rogério Esperança e Gustavo Stupp, garantiram no último sábado a legenda para disputar a próxima eleição. Rogério Esperança candidato a Deputado Estadual com o número 12.010 e Stupp a Deputado Federal.com o número 1.215.
Os candidatos estão confiantes na possibilidade de serem eleitos e garantem que não saem para esta eleição com o intuito de testar o nome para a próxima eleição para prefeito, que acontece em 2012.
Para ser eleito, Esperança estima que serão necessários aproximadamente 45 mil votos e Stupp em torno dos 50 mil, acreditando questões votos seja suficientes dentro da legenda
Os dois adotam o discurso de que devem buscar apoio em toda região e que a dobradinha não impede de realizar parcerias com candidatos de outras localidades para aumentar a força dos nomes, mas as semelhanças de discursos devem parar por aí.

STUPP
Stupp promete uma campanha inovadora e baseada na internet. Para isso, a proposta do vereador é utilizar as redes sociais para estreitar o relacionamento com o eleitorado.
A intenção do candidato a Deputado Federal é trabalhar durante a campanha, principalmente, as bandeiras da defesa do meio ambiente e da reforma política, com o fim do voto obrigatório.
Com o uso das redes sociais ele pretende discutir os assuntos com o eleitorado que se interessa pelo tema é assim conquistar votos.
Apesar disso, Stupp garante que não vai fazer sua campanha voltada para os mais jovens e que inclusive já conta com o apoio de muitos pessoas de outras faixas etárias que comungam das propostas defendidas por ele.
Ciente de que fazer seu trabalho apenas em Mogi Mirim não vai garantir sua eleição, uma vez que estima precisar de 50 mil votos para a eleição, Stupp pretende trabalhar seu nome em 30 cidades. Destas, 20 devem receber a visita do candidato e em outras 10 o trabalho será feitos exclusivamente pelo meio virtual.
Stupp ainda não comenta os valores que devem ser investidos em sua campanha, mas afirma que não será um valor alto, uma vez que não deve fazer uso extensivo dos veículos tradicionais. Além disso, ele cita o fato de ser proprietário de uma empresa que trabalha com marketing para enfatizar que a economia pode ser grande, uma vez que não terá de gastar com a contratação do serviço.
O número de trabalhadores que a campanha deve envolver também não foi fechado, mas, segundo Stupp, 50 voluntários já estão garantidos.

ESPERANÇA

Rogério Esperança deve optar por um trabalho mais tradicional, contando com apoio, principalmente, dos fiéis da Igreja Católica, da qual afirma ser assíduo frequentador. Ale disso, festas, reuniões, shows e propaganda devem ser utilizados, “dentro do que a legislação permite, nós vamos fazer”, afirma.
Esperança comenta que seu trabalho deve ser realizado nas cidades próximas da Baixa Mogiana, se mostrando como um representante que pretende trazer recursos para a área se chegar a Assembleia Legislativa e dar desenvolvimento para as cidades. Apesar de definir esta linha de atuação o vereador ainda não determinou as bandeiras que deve defender durante a campanha.
Como candidato a Deputado Estadual, o pedistista terá de enfrentar cara a cara o tucano Barros Munhoz, que tenta a reeleição e tem total apoio da administração municipal. Apesar do nome forte com o qual irá competir, Esperança afirma que a disputa com Barros Munhoz não o intimida de fora alguma. “Ele tem os eleitores deles, mas eu sou a característica da mudança”, afirma.
Os gastos com a campanha e a quantidade de trabalhadores envolvidos ainda não foram estimados por Esperança.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 19/06/10

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Com 318 casos, Mogi Mirim tem epidemia de dengue

Da Redação

Nesta semana, com 318 casos confirmados de dengue, a cidade de Mogi Mirim foi declarada em situação de epidemia da doença.
Isso ocorre quando a transmissão da doença já está estabelecida. Nestes casos, os pacientes com suspeita doença deixam de realizar exames para a confirmação do caso e são automaticamente declarados como confirmados. Porém, na cidade, os exames continuaram a ser realizados que o Instituto Adolfo Lutz, responsável pela realização dos testes, forneça uma nova orientação.
Na região, os municípios de Aguai, Itapira, Mogi Guaçu e Santa Cruz das Palmeiras já foram orientados a parar a confirmação laboratorial e positivar todos os casos que apresentem sintomas característicos.
Dos 318 casos confirmados, 300 são autóctones, ou seja, foram contraídos na própria cidade. A maior quantidade de casos fica na região central, com 73 casos positivos.
Desde o início do ano foram 643 notificações e 158 pacientes ainda aguardam resultados de exames.
Durante esta semana, a equipe de controle de vetores realizou atividades na Região das Unidades de Saúde Dr. Albejante e Dr. Wanderlei em parceira com as agentes comunitárias destas regiões. As equipes municipais de nebulização trabalharam na região do Bairro Santa Cruz e a equipe da Sucen continua as atividades na Região do Santa Luzia e Bicentenário.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 12/06/10

Ligação da Av Adib Chaib à SP-147 começa em julho


Gabriela Zacariotto

O evento realizado na manhã da última segunda-feira, 07, para a divulgação da obra que será realizada para a ligação da rodovia SP-147 com a avenida Adib Chaib, reuniu o diretor presidente da Intervias, Roberto de Barros Calixto, o prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) e o deputado Barros Munhoz (PSDB).
O novo trevo criará um acesso direto da estrada de Itapira ao centro da cidade e à estrada interna Mogi Mirim Mogi Guaçu.
A obra está orçada em R$ 5,1 milhões e compreenderá quatro alças de acesso, dois viadutos com 35,5 metros de extensão e duas rotatórias com extensão de 17 metros cada. Além disso, serão executados serviços de drenagem, terraplenagem, sinalização e contenção de aterro. A prefeitura deve prolongar a Avenida Chaib até a rodovia.
O início dos trabalhos para a construção está previsto para o dia 1º de junho, já a conclusão deve acontecer em 2012. A previsão é para que 150 empregos sejam criados durante este período.

DISCURSOS
Enquanto Calixto se ateve a um discurso pequeno tratando da necessidade e dos benefícios que a obra trará, o prefeito e o deputado adotaram um caminho bem diferente.
A troca de elogios foi grande e em ritmo de campanha eleitoral o prefeito Carlos Nelson enumerou os benefícios conseguidos por Barros Munhoz para a cidade, ”não teríamos feito 30% do que foi feito sem a sua ajuda”, disse.
Além disso, a atuação do deputado e a postura por ele adotada também foram enfatizadas pelo prefeito. “(Mogi Mirim) nunca teve tantas conquistas quanto nestes três anos”, disse ao tratar das verbas e obras conseguidas pelo deputado.
Depois de demonstrar toda a importância de Barros Munhoz para sua atuação como prefeito Carlos Nelson fez questão de demonstrar seu apoio a candidatura do companheiro de partido. ”Vou fazer tudo que eu puder para que Mogi Mirim continue tendo um representante na Assembleia Legislativa como Barros Munhoz” disse e completou “eu não tenho que medir esforços para manter um representante como Barros Munhoz”.
No clima de troca de elogios Barros Munhoz também de desfez em gentilezas para o companheiro Carlos Nelson, elogiando a capacidade de apresentar projetos e buscar meios realizá-los. Para concluir disparou, “não existe prefeito melhor que Carlos Nelson Bueno”.


Matéria publicada no jornal "A Comarca" 12/06/10

Maria Helena afirma que vai criar problemas para prefeito


Gabriela Zacariotto

“Eu vou criar problemas em todos os projetos”, assim a vereadora Maria Helena Scudeler de Barros (PSDB) resumiu, em seu discurso na tribuna da Câmara desta semana, a nova postura que deve adotar frente ao executivo.
O motivo da declaração da vereadora foi a presença de uma proprietária de um imóvel na Zona Rural, que pediu para não ser identificada, que se queixava de uma lei aprovada pela Câmara.
O problema apontado pela proprietária do imóvel era referente à modificação de uma área rural de dois alqueires e meio para urbana, criando uma ”ilha” entre os imóveis do local.
A mudança da zoneamento do local foi feita para a instalação de uma usina de asfalto, o que preocupa a proprietária do imóvel por conta dos danos ambientais que pode trazer.
A medida foi tomada no sentido de regularizar a construção que já havia sido iniciada e estava embargada por estar em uma área rural, sendo que inclusive havia um processo na promotoria tratando do assunto.
A vereadora Maria Helena comenta que esta informação não havia sido fornecida no momento da aprovação do projeto, o que a leva crer que a administração municipal está sonegando algumas informações de grande importância aos legisladores. Fato que, segundo ela, não acontecia antes da administração de Carlos Nelson.
Para evitar que a situação volte a se repetir a legisladora afirma que adotará que adotará uma postura mais agressiva, de avaliação e críticas mais fortes à administração.
A preocupação da vereadora ao tomar a atitude é evitar que a situação de aprovação de projetos de lei inapropriados, como este em que havia um inquérito na promotoria volte a acontecer por falta de informações da prefeitura. “Só deixam as buchas para a gente”, comenta.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 12/06/10

Promotora recomenda anulação de contrato entre empresas de Quaglio e prefeitura

Gabriela Zacariotto

Nesta semana, a Promotora de Justiça, Cristiane Corrêa de Souza Hillal, recomendou que a prefeitura anule o contrato com a empresa “Irmãos Quaglio e Cia. Ltda” e “Pedreira Mogiana Ltda.”.
A investigação sobre uma possível irregularidade no contrato que envolve as empresas e a prefeitura é investigada desde que a vereadora Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT) denunciou a participação das empresas na licitação.
O argumento para a denuncia é que o vereador e presidente da Câmara, Osvaldo Quaglio (PSDB) integrava as empresas e que, portanto, as mesmas não poderiam participar de licitações por questões legais.
Na recomendação a Promotora explica, “considerando que as empresas “Irmãos Quaglio e Cia. Ltda” e “Pedreira Mogiana Ltda.” são de propriedade de familiares do atual Presidente da Câmara Municipal Osvaldo Aparecido Quaglio, que as administra conforme contrato social juntado aos autos e que sua saída formal dos quadros societários não desqualifica a sua efetiva gestão da empresa na prática”.
Com este parecer a promotoria considerou que a contratação das empresas infringiu artigos da Constituição e também da Lei Orgânica Municipal.
Com isso, Cristiane recomendou a anulação do contrato entre a administração municipal e as empresas Quaglio no prazo de 15 dias. Caso a determinação não seja seguida a Promotora afirma que pode tomar outras medidas cabíveis.

Defesa
A reportagem de A COMARCA procurou o vereador Osvaldo Quaglio e a administração municipal, que informaram ainda não ter recebido nenhuma notificação oficial sobre o assunto e, portanto, não se pronunciaram a respeito.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 12/06/10

Funcionários do Fórum paralisam atividades na tarde de sexta-feira



Gabriela Zacariotto

Na tarde da última sexta-feira, 11, os funcionários do Fórum de Mogi Mirim paralisaram as atividades. O movimento atingiu cerca de 80% dos funcionários do local, sendo que só continuaram em atividade os serviços considerados de urgência.
Segundo os funcionários do Fórum, o movimento, que teve início às 13 horas e se estendeu até o final do expediente, foi realizado em solidariedade aos funcionários que ficaram presos no Fórum João Mendes, na última quarta-feira.
Conforme disseram, estes funcionários entraram no local para convocar os colegas para aderirem a greve que realizam desde o fim do mês de abril. O movimento tem o objetivo de conseguir a reposição salarial da inflação e ainda a isonomia de tratamento.
Depois deste evento, no qual foram trancados dentro do imóvel, os trabalhadores decidiram, então, acampar no local. Nos últimos dias, a polícia teria cortado a energia elétrica e estaria proibindo a entrada de alimentos para os grevistas.
Os servidores mogimirianos optaram por se solidarizar com os paulistas. Eles se queixam que desde o ano passado a reposição das perdas salariais não acontece, enquanto os juízes já receberam aumento salarial por duas vezes.
Segundo eles, na próxima segunda-feira, uma nova reunião vai acontecer para optar pela continuidade da paralisação ou a retomada do trabalho. A decisão vai depender, principalmente, da abertura ou não de negociações por parte do governo.

Matéria publicada no jornal "A Comarca" 12/06/10

Departamento Jurídico vai mudar de endereço

Gabriela Zacariotto

Até o fim deste mês o Departamento Jurídico deve funcionar em um novo endereço. Hoje o serviço é realizado em um imóvel na rua José Alves, em frente do Paço Municipal.
A mudança será feita para um imóvel na mesma rua, onde funcionava a Artdata.
Segundo o diretor do Departamento, Alcides Carmona, a mudança vai acontecer para que os advogados possam ser melhor alocados e para que as novas contratações previstas sejam possíveis, “aqui não cabe mais ninguém”,comenta Carmona.
Segundo ele, a prefeitura está negociando o contrato com a imobiliária para que alocação aconteça e a data de mudança seja definida.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 12/06/10

Horários de creches na Copa causam preocupação em mães

Fernando Surur e Gabriela Zacarioto

Se a Copa do Mundo realizada na África do Sul mexe com toda a população e o país literalmente “para” com a necessidade em assistir aos jogos da Seleção Brasileira, em Mogi Mirim um local vem causando preocupação em pais e mães de crianças: o horário de funcionamento de escolas e creches municipais espalhadas pela cidade.
De acordo com informações da prefeitura, na próxima terça-feira, no jogo de estréia do Brasil, programado para as 15h30, as escolas de educação básica terão aula normal no período da manhã e atividades suspensas pela tarde. Já no jogo do dia 25, frente à Seleção de Portugal, às 11h, as aulas serão das 7h às 10h e pela tarde entre as 14h e às 18h, diferente do habitual.
Com isso, a reportagem de A COMARCA buscou as opiniões de diversas mães, que puderam expor como farão durante essa “temporada”.
Monica Poius, mãe de Vitor – de quatro anos – não está nada satisfeita com a alteração no horário de aulas por conta dos jogos da Copa do Mundo. “Muda a rotina, é chato”, resume.
Nos dias de jogo ela comenta que é possível que o menino não vá para a escola, para que o transtorno de ter de levá-lo e buscá-lo em horários diferentes seja evitado.
Ela trabalha como auxiliar de enfermagem e não vai ter folga nos dias que a Seleção Brasileira vai entrar em campo, com isso, vai sobrar para a avó, Adélia Camargo, tomar conta do neto durante o período sem aula.
Michele Rodrigues compartilha a opinião de Mônica. Ela, que não é apreciadora de futebol, comenta que não concorda com a mudança no horário das escolas.
Ela ainda não sabe quem tomará conta das filhas, Julia e Kátia, de três e quatro anos, nos dias em que a escola funcionar em horário diferente.
A diarista Simone Martins já é “vivida” no assunto e por algumas vezes encontrou dificuldades na época de Copa do Mundo. Porém, para este ano não terá maiores conseqüências por remanejar seu horário, mas conta que chegou até a abdicar do trabalho para tomar conta do filho. “Depende do serviço, mas inúmeras vezes já sofri com isso, perdi até emprego, prefiro ficar em casa a deixar meu filho com terceiros”, frisou.
Por outro lado, a recepcionista Juliana Toledo não vê problemas na creche, devido aos alunos serão quase em sua totalidade moradores de ruas próximas ao local de ensino. “Até agora não vi ninguém que reclamou disso, no final do ano houve uma separação por bairros e as crianças moram todas por aqui”, explicou.
Na Casa da Criança, a programação está toda definida. Nos dias de jogos da Seleção Brasileira realizados no período da manhã, como o realizado na sexta-feira, dia 25, contra Portugal, às 11h, o horário de funcionamento da creche será normal, com as crianças passando o dia no local como de costume. Já quando as partidas acontecerem as 15h30, as crianças serão liberadas às 15h e segundo a Casa da Criança informou a reportagem de A COMARCA, todas as mães estão cientes da programação.
A reportagem procurou tanto o Departamento de Educação como a assessoria de comunicação da prefeitura para saber se algum sistema de plantão ou um local específico para aquelas mães que não puderam buscar os filhos ao longo dos jogos será disponibilizado, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.


Matéria publicada no jornal "A Comarca" 12/06/10