Gabriela Zacariotto
O SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) iniciou, na última sexta-feira, 18, uma ação judicial contra a empresa Matsuda Engenharia, por conta de vazamentos nos reservatórios de água dos bairros Parque Real e Residencial do Bosque.
A decisão foi anunciada em uma coletiva de imprensa realizada pelo presidente da autarquia, Rodrigo Sernaglia, na tarde da última quinta feira, 24.
Sernaglia afirma que os problemas verificados foram por falhas na impermeabilização dos reservatórios. Disse ele que na conclusão da construção do reservatório foi feito teste com a impermeabilização, colocando água no reservatório, e não foi registrado problema. Depois disso, os reservatórios ficaram vazios por um período e quando passaram a ser utilizados a falha foi detectada.
O problema no reservatório do Residencial do Bosque, segundo o presidente da autarquia é o mais grave, uma vez que o problema é interno e pode até mesmo abalar a estrutura do reservatório provocando um desabamento com o passar dos anos.
Sernaglia afirmou que várias vezes procurou a empresa tentado um acordo para que as melhorias necessárias nos dois locais fossem efetuadas, mas não houve sucesso na tratativa. A única proposta apresentada pela empresa, segundo o presidente da autarquia foi a divisão dos gastos com a reforma necessária, que se aproximava dos R$ 35 mil para cada reservatório que não foi aceita.
EMPRESA
O engenheiro responsável pela empresa Matsuda Engenharia, Hideiki Matsuda, afirmou que ainda não recebeu qualquer notificação sobre a ação movida pelo SAAE.
Segundo ele, no edital de contratação do serviço, a prefeitura não havia condicionado o teste de vazamento que, portanto, não foi realizado, ficando a cargo da prefeitura que não o fez. Desta forma, sem a avaliação necessária o problema não foi identificado.
Ele comenta que já chamou especialistas para avaliar a situação do reservatório e que estes concluíram que o problema verificado foi decorrente da falta de água no reservatório e não por falhas da empresa durante a impermeabilização.
Ele confirma que chegou a propor a divisão dos prejuízos e que a proposta não foi aceita. Com este impasse, afirma Matsuda, foi concluído que a prefeitura deveria chamar especialistas para avaliar o reservatório e avaliar a responsabilidade da empresa nos vazamentos.Segundo o engenheiro o relatório ainda não foi apresentado. “Não estou me furtando da responsabilidade”, afirma.
Com o impasse surgido o engenheiro afirma que a prefeitura está deixando de realizar pagamentos referentes a pintura e outros serviços prestados nos reservatórios. “Eles estão misturando as coisas”, encerra.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 26/06/10
O SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) iniciou, na última sexta-feira, 18, uma ação judicial contra a empresa Matsuda Engenharia, por conta de vazamentos nos reservatórios de água dos bairros Parque Real e Residencial do Bosque.
A decisão foi anunciada em uma coletiva de imprensa realizada pelo presidente da autarquia, Rodrigo Sernaglia, na tarde da última quinta feira, 24.
Sernaglia afirma que os problemas verificados foram por falhas na impermeabilização dos reservatórios. Disse ele que na conclusão da construção do reservatório foi feito teste com a impermeabilização, colocando água no reservatório, e não foi registrado problema. Depois disso, os reservatórios ficaram vazios por um período e quando passaram a ser utilizados a falha foi detectada.
O problema no reservatório do Residencial do Bosque, segundo o presidente da autarquia é o mais grave, uma vez que o problema é interno e pode até mesmo abalar a estrutura do reservatório provocando um desabamento com o passar dos anos.
Sernaglia afirmou que várias vezes procurou a empresa tentado um acordo para que as melhorias necessárias nos dois locais fossem efetuadas, mas não houve sucesso na tratativa. A única proposta apresentada pela empresa, segundo o presidente da autarquia foi a divisão dos gastos com a reforma necessária, que se aproximava dos R$ 35 mil para cada reservatório que não foi aceita.
EMPRESA
O engenheiro responsável pela empresa Matsuda Engenharia, Hideiki Matsuda, afirmou que ainda não recebeu qualquer notificação sobre a ação movida pelo SAAE.
Segundo ele, no edital de contratação do serviço, a prefeitura não havia condicionado o teste de vazamento que, portanto, não foi realizado, ficando a cargo da prefeitura que não o fez. Desta forma, sem a avaliação necessária o problema não foi identificado.
Ele comenta que já chamou especialistas para avaliar a situação do reservatório e que estes concluíram que o problema verificado foi decorrente da falta de água no reservatório e não por falhas da empresa durante a impermeabilização.
Ele confirma que chegou a propor a divisão dos prejuízos e que a proposta não foi aceita. Com este impasse, afirma Matsuda, foi concluído que a prefeitura deveria chamar especialistas para avaliar o reservatório e avaliar a responsabilidade da empresa nos vazamentos.Segundo o engenheiro o relatório ainda não foi apresentado. “Não estou me furtando da responsabilidade”, afirma.
Com o impasse surgido o engenheiro afirma que a prefeitura está deixando de realizar pagamentos referentes a pintura e outros serviços prestados nos reservatórios. “Eles estão misturando as coisas”, encerra.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 26/06/10
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