Gabriela Zacariotto
O contrato entre a prefeitura de Mogi Mirim e as Pedreiras Quaglio deve ser rompido pela administração municipal nos próximos dias.
A decisão foi tomada após a prefeitura receber a notificação da promotoria recomendado que o contrato fosse suspenso, que caso não fosse acatada poderia gerar conseqüências graves para os envolvidos.
A polêmica em torno do fornecimento de pedras pelas empresas para a prefeitura foi iniciada após a vereadora Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT) denunciar à promotoria a participação do vereador Osvaldo Quaglio (PSDB) nas empresas.
Segundo a avaliação da promotora de Justiça, Cristiane Corrêa de Souza Hilal, a presença do membro do legislativo nas empresas torna o contrato ilegal. Desta forma, caso o contrato fosse mantido, o vereador poderia ter até mesmo seu mandato cassado.
Segundo o Chefe de Gabinete, Gerson Rossi Júnior, a recomendação da promotoria chegou na última semana e o prazo para que a prefeitura tome alguma atitude em relação do fato é de 15 dias.
Apesar de acatar a medida proposta pela promotoria, a prefeitura ainda não está de acordo com o fim do contrato e deve tentar reverter à medida.
Rossi Júnior afirma que a prefeitura vai argumentar que o impedimento de as Pedreiras Quaglio fornecerem para a prefeitura é prejudicial ao município. Segundo ele, com a restrição a prefeitura terá de realizar a compra com empresas de outras cidades, o que irá encarecer o produto.
O vereador Osvaldo Quaglio afirmou que ainda não havia sido comunicado da decisão da prefeitura, mas que as empresas já estavam adotando medidas para evitar mais problemas com a promotoria.
Segundo ele, nas últimas licitações abertas para o fornecimento de pedras a empresa já não apresentou propostas.
O contrato entre a prefeitura de Mogi Mirim e as Pedreiras Quaglio deve ser rompido pela administração municipal nos próximos dias.
A decisão foi tomada após a prefeitura receber a notificação da promotoria recomendado que o contrato fosse suspenso, que caso não fosse acatada poderia gerar conseqüências graves para os envolvidos.
A polêmica em torno do fornecimento de pedras pelas empresas para a prefeitura foi iniciada após a vereadora Márcia Rottoli de Oliveira Masotti (PT) denunciar à promotoria a participação do vereador Osvaldo Quaglio (PSDB) nas empresas.
Segundo a avaliação da promotora de Justiça, Cristiane Corrêa de Souza Hilal, a presença do membro do legislativo nas empresas torna o contrato ilegal. Desta forma, caso o contrato fosse mantido, o vereador poderia ter até mesmo seu mandato cassado.
Segundo o Chefe de Gabinete, Gerson Rossi Júnior, a recomendação da promotoria chegou na última semana e o prazo para que a prefeitura tome alguma atitude em relação do fato é de 15 dias.
Apesar de acatar a medida proposta pela promotoria, a prefeitura ainda não está de acordo com o fim do contrato e deve tentar reverter à medida.
Rossi Júnior afirma que a prefeitura vai argumentar que o impedimento de as Pedreiras Quaglio fornecerem para a prefeitura é prejudicial ao município. Segundo ele, com a restrição a prefeitura terá de realizar a compra com empresas de outras cidades, o que irá encarecer o produto.
O vereador Osvaldo Quaglio afirmou que ainda não havia sido comunicado da decisão da prefeitura, mas que as empresas já estavam adotando medidas para evitar mais problemas com a promotoria.
Segundo ele, nas últimas licitações abertas para o fornecimento de pedras a empresa já não apresentou propostas.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 17/07/10
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