Gabriela Zacariotto
Um grupo formado por cerca de 15 ambulantes de Mogi Mirim participou, na última sexta-feira, de uma Audiência Pública com vereadores da cidade para discutir a situação da classe.
Os ambulantes estão mobilizados desde a festa do dia 1º de maio, quando não puderam participar do evento organizado pela prefeitura por restrição da própria administração municipal.
Na Audiência Pública, organizada pelo vereador Laércio Rocha Pires (PPS), marcaram presença também Cinoê Duzo (PPS), Rogério Esperança (PDT), Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV) e Luis Roberto Tavares, o Robertinho (PSDB).
Durante o encontro os vereadores se mostraram dispostos a colaborar com a causa dos trabalhadores e pediram que eles se unissem para que tenham força em um possível debate coma administração municipal.
Rogério Esperança chegou, inclusive, a comentar que existe um projeto em estudo na prefeitura acabar com os ambulantes que trabalham em pontos fixos e restringir a condição de trabalho dos demais.
Durante o debate, os trabalhadores ambulantes defenderam o direito a atuar na cidade e ainda se queixaram de uma possível intenção do prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) de acabar como trabalho de ambulantes em Mogi Mirim, fato que, segundo eles, teria sido declarado em um programa no canal local de televisão.
Outra reclamação dos ambulantes foi que muitos ambulantes de outras cidades vêm para o município e não enfrentam as mesmas exigências e restrições da administração municipal.
Por fim, orientados pelas advogadas Virgínea Parente e Roseli Ferreira Dias, que acompanharam o evento, os trabalhadores organizaram uma comissão para mobilizar o restante dos ambulantes de Mogi Mirim. Por enquanto, os presentes no evento não souberam precisar a quantidade de ambulantes na cidade. Se os trabalhadores conseguirem mobilizar mais ambulantes, futuramente, deve ser organizado algum tipo de organização para a garantia dos direitos da classe.
No próximo dia 27 a Comissão organizada na Audiência Pública deve voltar a se reunir. Desta vez, o objetivo do encontro será iniciar a organização de um evento que pretende reunir todos os ambulantes de Mogi Mirim e ainda começar a formular propostas para a regulamentação da atividade que serão encaminhadas a administração municipal.
Prefeitura
Procurada pela reportagem após o termino da Audiência Pública, a Assessoria de Imprensa da prefeitura esclareceu que a administração municipal não tem qualquer intenção de acabar com o trabalho dos ambulantes em Mogi Mirim.
Segundo foi informado, existe um projeto sobre o assunto em estudo, mas a intenção é apenas regulamentar a atuação dos trabalhadores. Para a elaboração do documento chegou a acontecer, inclusive, uma reunião entre ambulantes e o Chefe de Gabinete, Gérson Rossi Júnior, para debater a questão.
Após o encontro os ambulantes teriam se comprometido a enviar um documento com sugestões de termos que deveriam ser contidos no projeto de lei, mas até o momento a prefeitura não recebeu nada neste sentido.
Um grupo formado por cerca de 15 ambulantes de Mogi Mirim participou, na última sexta-feira, de uma Audiência Pública com vereadores da cidade para discutir a situação da classe.
Os ambulantes estão mobilizados desde a festa do dia 1º de maio, quando não puderam participar do evento organizado pela prefeitura por restrição da própria administração municipal.
Na Audiência Pública, organizada pelo vereador Laércio Rocha Pires (PPS), marcaram presença também Cinoê Duzo (PPS), Rogério Esperança (PDT), Benedito José do Couto, o Dito da Farmácia (PV) e Luis Roberto Tavares, o Robertinho (PSDB).
Durante o encontro os vereadores se mostraram dispostos a colaborar com a causa dos trabalhadores e pediram que eles se unissem para que tenham força em um possível debate coma administração municipal.
Rogério Esperança chegou, inclusive, a comentar que existe um projeto em estudo na prefeitura acabar com os ambulantes que trabalham em pontos fixos e restringir a condição de trabalho dos demais.
Durante o debate, os trabalhadores ambulantes defenderam o direito a atuar na cidade e ainda se queixaram de uma possível intenção do prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) de acabar como trabalho de ambulantes em Mogi Mirim, fato que, segundo eles, teria sido declarado em um programa no canal local de televisão.
Outra reclamação dos ambulantes foi que muitos ambulantes de outras cidades vêm para o município e não enfrentam as mesmas exigências e restrições da administração municipal.
Por fim, orientados pelas advogadas Virgínea Parente e Roseli Ferreira Dias, que acompanharam o evento, os trabalhadores organizaram uma comissão para mobilizar o restante dos ambulantes de Mogi Mirim. Por enquanto, os presentes no evento não souberam precisar a quantidade de ambulantes na cidade. Se os trabalhadores conseguirem mobilizar mais ambulantes, futuramente, deve ser organizado algum tipo de organização para a garantia dos direitos da classe.
No próximo dia 27 a Comissão organizada na Audiência Pública deve voltar a se reunir. Desta vez, o objetivo do encontro será iniciar a organização de um evento que pretende reunir todos os ambulantes de Mogi Mirim e ainda começar a formular propostas para a regulamentação da atividade que serão encaminhadas a administração municipal.
Prefeitura
Procurada pela reportagem após o termino da Audiência Pública, a Assessoria de Imprensa da prefeitura esclareceu que a administração municipal não tem qualquer intenção de acabar com o trabalho dos ambulantes em Mogi Mirim.
Segundo foi informado, existe um projeto sobre o assunto em estudo, mas a intenção é apenas regulamentar a atuação dos trabalhadores. Para a elaboração do documento chegou a acontecer, inclusive, uma reunião entre ambulantes e o Chefe de Gabinete, Gérson Rossi Júnior, para debater a questão.
Após o encontro os ambulantes teriam se comprometido a enviar um documento com sugestões de termos que deveriam ser contidos no projeto de lei, mas até o momento a prefeitura não recebeu nada neste sentido.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 22/05/10
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