Gabriela Zacariotto
Na última quinta-feira, 20, aproximadamente metade dos funcionários da empresa Cloroetil, realizaram uma paralisação para protestar contra a falta de pagamento.
A empresa do ramo de solventes acéticos está há 27 anos no mercado e conta com cerca de 80 funcionários.
Segundo Claudinei Aparecido Bertassoli, funcionário da Cloroetil, desde o mês de abril os funcionários estão sem pagamento. Além disso, uma parcela do décimo terceiro e a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) também não foram quitadas.
Com a situação, os trabalhadores optaram por suspender as atividades como forma de pressionara empresa a realizar uma negociação. “A empresa começou a vender e a gente não recebeu”, comenta.
A atitude dos trabalhadores deu resultado e no mesmo dia uma reunião aconteceu para que o assunto fosse debatido.
A conversa foi iniciada na porta da empresa pelo proprietário da Cloroetil, Fernão de Almeida Manfredi, que pedia união e recomendava aos trabalhadores para que voltassem ao trabalho. Segundo ele afirmava, a empresa passa por uma situação difícil, mas que está dando sinais de melhora, “eu estou acreditando, mas a empresa precisa funcionar”, afirmava ao explicar que senão houvesse produção e movimentação do caixa não seria possível quitar as dividas com os trabalhadores. “Não funcionar é bobagem, se parar não tem o que fazer”, encerrou.
Logo em seguida, o Gerente Financeiro da Cloroetil, Marcos Freitas, se reuniu com trabalhadores para tentar um acordo. A opção apresentada para os funcionário foi o pagamento das dividas de salários em três sextas-feiras seguidas.
Já quanto ao décimo terceiro e PLR, uma negociação está acontecendo junto ao sindicato para que o pagamento seja parcelado e possa acontecer sempre no dia 30.Com o termino da conversa os trabalhadores optaram por retornar ao trabalho.
Justificativa
Após a reunião, Freitas explicou à reportagem que o atraso nos pagamentos aconteceu por conta de uma grave crise que afetou a empresa. “Em 27 anos de existência foi à primeira crise que fez a empresa atrasar os salários”. Ele afirma ainda que apesar das dificuldades a empresa não dispensou funcionários.
O problema, segundo ele, teve origem na Crise Econômica Mundial, que afetou a economia global no último ano comprometendo os lucros da empresa. A situação teria sido agravada pelo acréscimo no preço do álcool, que é a principal matéria prima da Cloroetil. “Até março foi sofrido e agora em abril, maio, começou a melhorar”, comenta.
Agora, ele afirma que o preço da matéria prima já está normalizado e a empresa começa a melhorar sua situação financeira. Com isso, a intenção é aproveitar o bom momento, “o mercado está muito aquecido, não podemos perder a vez”, afirma.
Ele diz que entende a manifestação dos trabalhadores, uma vez que todos precisam de seus salários, mas mostra que a empresa está disposta a regularizar a situação. “A questão dos pagamentos em dois ou três meses a gente resolve”, explica. Já para que todas as contas sejam colocadas em dia o período é bem maior e estimado em um ano.
Na última quinta-feira, 20, aproximadamente metade dos funcionários da empresa Cloroetil, realizaram uma paralisação para protestar contra a falta de pagamento.
A empresa do ramo de solventes acéticos está há 27 anos no mercado e conta com cerca de 80 funcionários.
Segundo Claudinei Aparecido Bertassoli, funcionário da Cloroetil, desde o mês de abril os funcionários estão sem pagamento. Além disso, uma parcela do décimo terceiro e a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) também não foram quitadas.
Com a situação, os trabalhadores optaram por suspender as atividades como forma de pressionara empresa a realizar uma negociação. “A empresa começou a vender e a gente não recebeu”, comenta.
A atitude dos trabalhadores deu resultado e no mesmo dia uma reunião aconteceu para que o assunto fosse debatido.
A conversa foi iniciada na porta da empresa pelo proprietário da Cloroetil, Fernão de Almeida Manfredi, que pedia união e recomendava aos trabalhadores para que voltassem ao trabalho. Segundo ele afirmava, a empresa passa por uma situação difícil, mas que está dando sinais de melhora, “eu estou acreditando, mas a empresa precisa funcionar”, afirmava ao explicar que senão houvesse produção e movimentação do caixa não seria possível quitar as dividas com os trabalhadores. “Não funcionar é bobagem, se parar não tem o que fazer”, encerrou.
Logo em seguida, o Gerente Financeiro da Cloroetil, Marcos Freitas, se reuniu com trabalhadores para tentar um acordo. A opção apresentada para os funcionário foi o pagamento das dividas de salários em três sextas-feiras seguidas.
Já quanto ao décimo terceiro e PLR, uma negociação está acontecendo junto ao sindicato para que o pagamento seja parcelado e possa acontecer sempre no dia 30.Com o termino da conversa os trabalhadores optaram por retornar ao trabalho.
Justificativa
Após a reunião, Freitas explicou à reportagem que o atraso nos pagamentos aconteceu por conta de uma grave crise que afetou a empresa. “Em 27 anos de existência foi à primeira crise que fez a empresa atrasar os salários”. Ele afirma ainda que apesar das dificuldades a empresa não dispensou funcionários.
O problema, segundo ele, teve origem na Crise Econômica Mundial, que afetou a economia global no último ano comprometendo os lucros da empresa. A situação teria sido agravada pelo acréscimo no preço do álcool, que é a principal matéria prima da Cloroetil. “Até março foi sofrido e agora em abril, maio, começou a melhorar”, comenta.
Agora, ele afirma que o preço da matéria prima já está normalizado e a empresa começa a melhorar sua situação financeira. Com isso, a intenção é aproveitar o bom momento, “o mercado está muito aquecido, não podemos perder a vez”, afirma.
Ele diz que entende a manifestação dos trabalhadores, uma vez que todos precisam de seus salários, mas mostra que a empresa está disposta a regularizar a situação. “A questão dos pagamentos em dois ou três meses a gente resolve”, explica. Já para que todas as contas sejam colocadas em dia o período é bem maior e estimado em um ano.
Matéria publicada no jornal "A Comarca" 22/05/10
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