segunda-feira, 29 de março de 2010

Zoológico deve reabrir apenas em 2011

Gabriela Zacariotto

O zoológico de Mogi Mirim ainda deve demorar a voltar a integrar a lista de opções de diversão para a população da cidade e região. O local passa por uma reforma e há cerca de um ano está fechado para a visitação.
A obra de revitalização total segundo o diretor do Departamento de Meio Ambiente, Ivair Luiz Biazotto, vai promover mudanças em quase todo o local e para ser realizada foi dividida em três etapas. A primeira delas teve início quando ocorreu a suspensão da visitação ao público e é referente à cozinha “um local que chamamos de coração do zoológico”, comenta.
Agora, está em vias de ser iniciada a segunda fase da revitalização, que englobará a melhoria dos recintos dos animais, dos banheiros públicos, do parque infantil, entre outras. Por fim, a terceira etapa da obra consistirá em reforma na parte administrativa.
As atividades, segundo Biazotto, exigem um planejamento e atenção especial no momento da execução, já que os animais devem permanecer no zoológico durante todo o tempo, “nós vamos apenas remanejar os espaços” explica o diretor.
Com as características específicas do projeto que envolve o local ele afirma que não é possível precisar o tempo que a obra ainda levará para ficar pronta. Mas, ao que tudo indica, ainda levará um tempo considerável. “Ano que vem a gente quer isso funcionando”, afirma Biazotto.
Segundo o diretor do departamento Planejamento Sidney Hugo de carvalho, a segunda etapa da reforma está em fase de licitação e não há uma expectativa de quando ela será iniciada, já que existe um longo caminho burocrático a ser percorrido antes da liberação da ordem de serviço.
Para todo o projeto de melhoria do zoológico devem ser investidos mais de dois milhões e duzentos mil reais. O dinheiro é oriundo de um convênio realizado com a Petrobras. Na parceira, coube a prefeitura apenas a parte de administração da obra, sem qualquer contrapartida. Segundo os diretores, existe a possibilidade, apenas, de a administração municipal investir alguma verba caso falte dinheiro para o termino da obra de algum detalhe da obra, como por exemplo, a parte do paisagismo.

Texto divulgado no jornal "A Comarca" 27/03/10

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